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6 provas sociais para aumentar a credibilidade de sua marca

A prova social pode dar aos clientes poderosos gatilhos emocionais que influenciam significativamente sua reação e resposta à sua marca ou mesmo a produtos específicos.

Isso não só pode ajudá-los a tomar uma decisão positiva sobre seu negócio, mas também inspirar confiança em sua escolha e dar-lhes a sensação de fazer parte de algo maior.

Sua tendência de preferir um produto ou serviço que seus amigos recomendaram ou experimentaram por conta própria também pode ser atribuída ao impacto da prova social.

Nesse post, te mostro 6 tipos de provas sociais que funcionam muito bem na prática do marketing digital e que te ajudarão a aumentar a credibilidade da sua marca.

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O que é Funil de Vendas?

Um funil de vendas é o processo pelo qual os clientes em potencial passam para se tornarem clientes.

O processo de compra é descrito como um funil porque começa atraindo muitas pessoas, antes de restringi-las até que fique apenas aqueles que compram seu produto.

Essa queda é inevitável, nunca será possível converter todos. No entanto, o objetivo é fazer com que o maior número possível de pessoas se transformem em compradores.

Como funciona o funil?

Cada um de seus clientes passou por um processo que terminou com a compra. Esse processo envolve a descoberta de sua marca, a descoberta de mais informações sobre seu produto ou serviço, a decisão de comprar e, em seguida, a compra.

Um cliente pode navegar nas redes sociais, ver um anúncio de um produto, clicar no link para ler mais sobre, decidir se é adequado para as suas necessidades e depois comprá-lo.

A chave é criar um funil de vendas que seja eficaz para orientar os clientes em potencial através dos diferentes estágios do funil até o ponto em que estejam prontos para comprar seu produto ou serviço.

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Conta de anúncio bloqueada no Facebook Ads?

Ter a conta de anúncios bloqueada faz com que você perca todo histórico de suas campanhas, como pixel, otimizações, públicos etc, tendo que começar tudo do zero.

Há diversos fatores que fazem com que você tenha problemas com bloqueios e o campeão é não seguir a política de privacidade do Facebook Ads.

Às vezes, você tem a nítida impressão de que está fazendo tudo certo, entretanto, um detalhe pode fazer com que você pise na bola e tenha sua conta bloqueada.

Abaixo, listo alguns motivos pelos quais você pode ter suas contas de anúncios bloqueadas:

  • Usar termos não permitidos em seus anúncios;
  • Criar campanha de tráfego e não ter termos de privacidade no site;
  • Usar criativos não permitidos;
  • Usar quaisquer dados de uma conta que já tenha sido bloqueada (CPF, Endereço e até dados de cartão de crédito) ao criar um novo negócio ou conta de anúncio (em alguns casos, você vai conseguir criar apenas uma conta de anúncio e não mais do que isso);
  • Ter problemas de pagamento e ficar devendo ao Facebook;
  • Receber muita denúncia de outros usuários.

Para evitar problemas, utilize sempre o bom senso em suas campanhas e não queira aumentar suas conversões a qualquer preço.

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O que são Gatilhos Mentais?

Nós gostamos de pensar que estamos sempre no controle, não é mesmo? No entanto, a ciência provou o contrário.

Todo ser humano é controlado por sua mente. Ao decidir o que comer, vestir ou até mesmo comprar, a mente supervisiona todas as nossas ações.

Como um profissional de vendas, temos que ter a capacidade de entender a mente do cliente em potencial para influenciar suas decisões de compra.

Com ajustes sutis e inteligentes em suas estratégias, você pode influenciar o comportamento e motivar alguém a comprar seus produtos.

E isso é feito usando gatilhos mentais, que pode ser definido como tudo o que nos estimula a concluir uma ação específica. Eles nos dizem o que fazer a seguir e vêm na forma de gatilhos internos e externos.

Existem diversos gatilhos que podem ser usados para alavancar suas vendas, mas isso fica para um próximo post.

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Quanto investir em anúncios?

Há umas 2 semanas um aluno meu me perguntou quanto ele deveria investir em anúncios no Facebook.

Achei esse tema tão importante que decidi não só criar um vídeo já publicado em meu IGTV, mas também criar um conteúdo em texto para isso.

Existem 2 coisas que envolvem investimento em mídia paga. 1) Questão técnica. 2) Subjetividade.

A questão técnica se refere ao mínimo exigido pelo Facebook para você anunciar na plataforma. O Facebook exige um mínimo de U$1,00 por conjunto para anunciar. Ou seja, UM DÓLAR por dia para cada conjunto. Mas você não paga em Dólar, claro! Atualmente, levando em consideração da conversão de Dólar para Real, isso ficaria na casa dos R$5,53/Dia para cada conjunto. Se você tiver, por exemplo, 3 conjuntos de anúncios, seu investimento DIÁRIO deverá ser de R$16,59 no total.

Sabendo da questão técnica, vamos para a questão subjetiva.

O volume que você deverá investir dependerá de uma série de fatores e por isso há essa subjetividade. Não há uma regra exata quanto a isso, mas existem formas de você estruturar bem um planejamento para isso e depois escalar isso.

Você deve reservar um valor de segurança para investir, ou seja, aquele valor que se tudo der errado, não vai te desestabilizar.

Além disso, esse investimento deve ser a médio/longo prazo, pois o Facebook possui um período de aprendizado que leva em consideração os resultados que você obtém para potencializar futuras performances.

Se você tiver um valor de segurança disponível, considere distribuir esse valor mensalmente, ou seja, dividir esse valor por 30, por exemplo, para saber o valor diário de investimento (mas sempre respeitando a questão técnica do valor mínimo de R$5,53/Dia).

Dessa forma, você terá um processo mais fluído de investimento dentro de sua margem de segurança e ainda dará ao Facebook condições dele aprender e buscar alta performance de acordo com seus objetivos.

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AppTrackingTransparency e as mudanças no Facebook Ads

Hey, tudo bem?

Não sei se você sabe ou se já viu o alerta no seu gerenciador de anúncios, mas desde o fim do ano passado o Facebook vem alertando seus anunciantes sobre uma mudança importante que a Apple efetuou no iOS 14.

O AppTrackingTransparency (ATT) é um recurso que a Apple passa a implementar para usuários de iOS 14 que fazem com que eles precisem aceitar com que os sites carreguem tracks de eventos como é o caso do pixel que coleta conversões/comportamentos e que usamos atualmente.

Anterior ao iOS 14, isso não ocorria, ou seja, se um usuário com um iPhone, por exemplo, fosse impactado com seu anúncio e fizesse uma conversão como uma compra, você terá essa ativação no seu pixel e por consequência teria esse log para relatórios, otimizações, etc.

Entretanto, a partir de agora, isso só vai ser possível ocorrer caso os usuários de iOS 14 autorizem isso. Eles serão alertados que determinado site precisa da permissão dele para capturar eventos.

Isso é bem semelhante a um consentimento de cookies que todos precisaram implementar com a LGPD, onde tivemos que adaptar nossas políticas e solicitar a permissão do usuário para carregar em seus cookies nossos trackings de conversão.

A diferença é que esse alerta agora carregará diretamente do dispositivos dos usuários e o seu tracking para esse usuário só funcionará se ele permitir.

Veja um exemplo de como esse alerta aparecerá para os usuários:

Mas quais as reais consequências do AppTrackingTransparency?

Como o Facebook precisa desses Logs de ativações para poder gerar relatórios e principalmente permitir a otimização de suas campanhas, essa manobra da Apple fará com que seus relatórios fiquem imprecisos com relação a ativações provenientes de usuários que estejam usando um dispositivo iOS 14. Isso também afetará suas otimizações, já que o Facebook também utiliza esses logs dos trackings para permitir que você otimize suas campanhas/conjuntos.

Além disso, se o usuário não permitir o rastreamento, o anunciante não conseguirá re-impactar esse usuário com outros anúncios, o tão importante Remarketing.

Há solução?

A maior/melhor solução para isso seria que a Apple voltasse atrás com essa decisão em implementar o AppTrackingTransparenc​y, mas isso não parece próximo de ocorrer.

Outra solução, não tão melhor, mas aceitável seria que essa permissão aparecesse apenas quando o usuário instalasse/atualizasse um aplicativo como o Chrome/Opera/Safari, etc, ou o App do Facebook.

O que o Facebook sugere é que você faça alguns ajustes em suas campanhas observando algumas diretrizes:

1) No máximo 8 eventos de conversões por domínio: Uma compra (purchase), um início de finalização de compra iniciada (Initiate Checkout) ou um Lead são conversões distintas. O Facebook orienta que cada anunciante trabalhe apenas com 8 eventos de conversões no máximo por domínio. Isso quer dizer que, quando o AppTrackingTransparency​ for implementado, o Facebook vai pausar imediatamente alguns eventos de conversões criadas em sua conta e deixar apenas os mais importantes* (E aqui, tenho a sensação que o Facebook vai usar o histórico de desempenho desses eventos para determinar isso).

*Conjuntos que estejam otimizados para um dos eventos desativados pelo Facebook serão automaticamente pausados também.

2) Verificar o seu domínio: Dentro da BM, em “Configurações do Negócio”, é possível você adicionar um domínio do seu site e verificá-lo. Isso também será extremamente importante para deixar sua conta mais aplicável a essas mudanças. Há 3 formas de você verificar um domínio: 1) Inserindo uma entrada nas zonas de DNS’s onde você registrou seu domínio ou solicitando ao suporte da sua hospedagem do seu site. 2) Enviando um arquivo HTML para a raiz do seu site. 3) Configurando através de uma meta no cabeçalho do seu site.

Veja um exemplo abaixo:

Outra coisa importante é que o Facebook efetuou alterações nas configurações da janela de atribuição da conta​. Agora será possível ver a janela de atribuição a nível de conjunto e você poderá adequar individualmente.

Antes a janela de conversão padrão era clique 28 dias e visualização 1 dia. A partir de agora, o padrão será cliques 7 dias e visualização em 1 dia. 

Tudo está perdido?

Mas não se desespere. Há algumas coisas importantes que você deve saber sobre os reais impactos dessa mudança em suas campanhas. Infelizmente, há muitos usuários nas redes sociais criando uma grande tempestade em cima disso tudo. Embora isso afete os resultados de alguns anunciantes, é preciso entender alguns detalhes sobre dados históricos do uso da internet aqui no Brasil. 

1) A ampla maioria usa Android: Quase 90% dos dispositivos usados no Brasil são com a tecnologia Android, como podemos conferir nesse report. Ainda que não devemos desconsiderar a média de 10% do iOS, percebemos um declínio em Dezembro de 2020, muito provavelmente alavancado pelos altos custos dos novos aparelhos da Apple aqui no país e também como consequência do momento econômico por conta da Pandemia.

2) O AppTrackingTransparency​ só será implementado no iOS 14: Se você levar em consideração ainda que desses 10% de usuários que usam iOS no Brasil, apenas os que usam iOS 14, o volume cai ainda mais. Muitos aparelhos antigos da Apple não suportam mais o iOS 14 e dessa forma não entraram nesse volume impactados pelo AppTrackingTransparency​.

3) Você perde otimização e relatórios, mas continua vendendo para essas pessoas: Ainda que uma parcela do seu público seja impactada com o AppTrackingTransparency​, seus anúncios continuarão rodando para pessoas com Android, Windows Phone, etc. Dessa forma, as otimizações continuaram funcionando. Ainda não sabemos o real impacto desse volume de forma efetiva nos desempenhos de suas campanhas, mas certamente pessoas ou empresas que tenham em sua persona principal usuários que usam dispositivos da Apple, como iPhone e iPad, por exemplo, serão os mais afetados com essa mudança. Por exemplo: Empresas que oferecem serviços para quem tem dispositivos da Apple ou que vendem iPhones, iPad’s, etc. Sem dúvidas esses serão mais impactados, já que sua persona principal são usuários desses dispositivos.

Devo deixar de veicular para quem tem iOS?

Dentro dos conjuntos de anúncios, abaixo dos posicionamentos quando você seleciona “Posicionamentos manuais”, é possível configurar para quem você quer que seus anúncios sejam exibidos:

Isso quer dizer que você tem o poder de permitir que seus anúncios só sejam exibidos para quem tem dispositivo Android ou iOS. Ainda que você tenha esse poder, não oriento que faça isso. Ao menos ainda.

Enquanto tudo ainda é muito recente, o mais prudente é aguardar um pouco mais e ficar de olho nos seus relatórios.

Caso queira se aprofundar mais nessa assunto, leia o artigo oficial do Facebook sobre isso clicando aqui.

Ah, gostaria de pedir também você compartilhar esse artigo com seus amigos e nos grupos de Facebook Ads e Tráfego Pago que você participa para que possamos trazer mais luz e clareza sobre esse assunto e evitar que uma onda de desinformações afete os trabalhos de gestores de tráfegos e anunciantes.

Tem dúvidas sobre o AppTrackingTransparency. Deixe seu comentário abaixo!

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Sobreposição de Públicos no Facebook Ads e Fator de exclusão de públicos

Você sabe o que é Sobreposição de Públicos no Facebook Ads? A sobreposição é um evento que ocorre quando as mesmas pessoas se encontram em mais de um conjunto com o mesmo evento de otimização.

Quando você cria uma estrutura de campanhas, você pode e deve distribuir bem sua estrutura com alguns conjuntos.

Inicialmente, o usual é que você configure em cada conjunto públicos diversos. Ocorre que, na maioria das vezes vai ocasionar de algumas pessoas estarem dentro de mais de um público seu e dessa forma, um conjunto vai competir com outro conjunto em um leilão.

Quer saber como funcionam os lances e leilões no Facebook Ads? Leia este artigo aqui.

O Facebook, para te proteger quando isso ocorre, só coloca no leilão o conjunto de maior potencial e/ou com maior histórico de desempenho. E ele faz isso exatamente para que você não tenha um CPA (Custo por Ação) elevado, já que você estaria concorrendo contigo mesmo.

Enquanto isso te protege por um lado, te prejudica de outro, pois ter um conjunto não participando de leilões por conta da sobreposição não é nada sadio.

Eventos de otimização

Importante sempre frisar que você só tem problema com sobreposição quando há mais de um conjunto sobreposto com o mesmo evento de otimização, ou seja, se você tem 2 conjuntos onde haja sobreposição, mas um está otimizado para compra e outro para início de finalização de compra, eles não concorrem.

Isso acontece porque os conjuntos competem no leilão com conjuntos de outros anunciantes com o mesmo evento de otimização.

Dessa forma, você nunca terá o caso de um conjunto configurado com evento de compra concorrer com um conjunto de outro anunciante configurado com evento de início de finalização de compra, adição ao carrinho, etc.

Embora os exemplos citados acima especifica em eventos de otimização com base em conversão, importante frisar que há diversos outros tipos de eventos de otimização em diversos outros objetivos de campanha, como TrhuPlays (Para campanhas com objetivo de visualização de vídeos), Visualização de Página de Destino, Cliques no link, Alcance único Diário ou Impressões (Para campanhas com objetivo de tráfego), entre outros.

Ou seja, é correto também afirmar, de certa forma, que o que concorre são os eventos de otimização, sejam entre conjuntos seus ou entre seus conjuntos e de concorrentes.

Como analisar a Sobreposição de públicos no Facebook Ads?

Existem 2 formas de você ter acesso a recursos e reports que envolvem as sobreposições de públicos:

Facebook Audience Overlap

Dentro da área de criação de públicos, ao selecionar um público específico, note que na parte superior da tela aparecem 3 pontinhos e ao clicar sobre, há uma opção chamada “Mostrar sobreposição de público”.

Na tela que se abre, você poderá selecionar os públicos pelos quais deseja analisar a sobreposição com relação ao público selecionado anteriormente.

Importante frisar que não é possível analisar a sobreposição com públicos inferiores a 10.000 pessoas.

Ao selecionar alguns públicos e visualizar a sobreposição, temos o seguinte cenário:

Note que há sobreposição de públicos em basicamente todos eles. Ainda que seja uma sobreposição baixa, em determinado momento você pode sofrer impactos em seus resultados.

No público “Semelhante (BR, 1% to 3%) – WP – 10 – Melhores Compradores Rocketwp (1x CC)” que conta com 3 milhões de pessoas, podemos observar que há uma sobreposição de 9%, ou seja, mais de 240 mil pessoas estão neste público e no público base que aparece lá em cima na lista suspensa “Semelhante (BR, 3% to 6%)…”, como podemos ver abaixo:

E se mudar o público base?

É importante entender que, testar 2 públicos diferentes alterando em cada teste o público base terá o mesmo resultado em números exatos, entretanto, a porcentagem muda ao fazer essa troca. E isso é fundamental para que você entenda a importância do fator de exclusão de públicos no Facebook Ads.

Vejamos um exemplo. Eu possui 2 públicos:

  • WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)
  • Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week

Primeiro, vou testar a sobreposição usando como base o público “Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week” comparando-o com o público “WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)”:

Note que, a taxa de sobreposição dessa intersecção é de 1.200 pessoas representando 0%.

Mas se invertermos os públicos, alterando o público base para “WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)” comparando-o com “Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week”, temos o seguinte cenário:

Embora o número de pessoas sobrepostas seja o mesmo (1200 pessoas), a taxa de sobreposição muda de 0% para 15%.

Mas o que isso significa afinal de contas?

Isso significa que essa sobreposição cause problemas de veiculação para os conjuntos de anúncios direcionados para o Público WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D).

E qual seria a solução para evitar essa sobreposição? Simples! Usando o fator de exclusão em cascata.

O que você deve fazer no cenário acima é remover o público “WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)” do conjunto que tem o público “Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week”.

Isso fará com que você proteja esse público menor fazendo com que ele seja removido do conjunto com público maior.

E onde eu removo esse público? Isso é o básico do básico, mas para remover um público, basta você usar o recurso de excluir nas configurações do conjunto.

Dessa forma, e usando o cenário acima como exemplo, ficaria dessa forma:

Em suma, entendemos que, em um fator de exclusão de públicos em cascata sempre protegerá os públicos menores.

Suponhamos que temos 6 conjuntos e em cada conjunto temos os seguintes públicos:

  • Conjunto 1 (Público de Lista de Leads – 5 mil pessoas)
  • Conjunto 2 (Público VideoView – 10 mil pessoas)
  • Conjunto 3 (Público Envolvimento – 120 mil pessoas)
  • Conjunto 4 (Público Acessou site – 120 mil pessoas)
  • Conjunto 5 (Público de Lookalike 1 – 3 milhões de pessoas)
  • Conjunto 6 (Público de Interesse – 25 milhõs de pessoas)

Essa é a ordem correta de você organizar sua hierarquia com foco em estruturar bem seu fator de exclusão. Os públicos menores devem estar no topo de hierarquia sucessivamente, mas é importante frisar que essa hierarquia é um exemplo, pois no seu caso, pode ser que o volume de pessoas nesses públicos seja diferente e sua hierarquia seja diferente também.

Outro fator é que se um público um pouco maior do que o de cima na hierarquia for de melhor qualidade, não há problema dele ficar acima do de menor quantidade. Se essa diferença não for muito grande, privilegia a qualidade/quantidade ao invés apenas da quantidade.

Dessa forma, o fator de exclusão ficaria dessa forma:

  • Conjunto 1
  • Conjunto 2 (exclui 1)
  • Conjunto 3 (exclui 1 e 2)
  • Conjunto 4 (exclui 1, 2 e 3)
  • Conjunto 5 (exclui 1, 2, 3 e 4)
  • Conjunto 6 (exclui 1, 2, 3, 4 e 5)

Qual primeiro indício de que a sobreposição de públicos está impactando negativamente meus resultados?

Uma dos principais indícios de que a sobreposição pode estar prejudicando seus resultados é com aumento repentino de seu CPA.

Há uma forma de você acompanhar esse indicador através do recurso de “Inspecionador”, que só aparece na listagem dos seus conjuntos de anúncios.

Ao selecionar o “inspecionar” de um dos conjuntos, será possível visualizar algumas métricas, entre elas a taxa de sobreposição:

Mas se você quiser, poderá ativar as outras métricas para análise de comparativo e evolução de todas elas:

Se você rolar um pouco a tela, poderá visualizar in-loco e individualizado dados sobre determinada métrica, como a “Taxa de sobreposição de público”:

A taxa de sobreposição indica com que frequência o seu conjunto de anúncios esteve no mesmo leilão que outro da mesma conta.

Como resolver sobreposição de públicos no Facebook Ads?

Uma das formas de resolver o problema de sobreposição de públicos é atuar com o fator de exclusão mostrado mais acima, removendo os públicos menores dos conjuntos com públicos maiores em um formato de cascata.

Outra forma de resolver isso é mesclando públicos sobrepostos que estejam em conjuntos diferentes em um único conjunto.

Conclusão

Análise de sobreposição, configuração do fator de exclusão em cascata e mesclagem de conjuntos com públicos sobrepostos é uma das melhores otimizações que você pode fazer com foco em usar de forma eficiente seu orçamento e melhorar seus resultados.

E você, já conferiu suas métricas hoje? Analisou seus reports? Tem dúvidas?

Deixe um comentário e compartilhe este post com seus amigos.

Abraços e até a próxima.

 

 

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Público de Lookalike no Facebook Ads – o que é e boas práticas

O Público de Lookalike no Facebook Ads é um recurso que permite a criação de um público maior a partir de uma base que pode ser de lista de e-mails, telefones, etc.

Se você tem, por exemplo, uma lista com 500 e-mails dos seus melhores clientes, você poderá criar um público com base nessa lista entre 1.400 milhão e 10 milhões de pessoas.

Se antes você tinha apenas 500 e-mails dos seus melhores clientes, agora você terá a possibilidade de veicular seus anúncios para mais de 1 milhão de pessoas similares aquelas que estavam na lista de e-mails.

Isso é possível porque o Facebook tem a capacidade de analisar os perfis dos usuários dessa lista de 500 e-mails e verificar em todo Facebook pessoas similares a elas.

Entretanto, é importante compreender as boas práticas em criar essas listas de Lookalikes.

Vamos a elas?

1. Tamanho do público de Lookalike

Eu sei que dá vontade de criar o máximo possível de um público de Lookalike, mas saiba que quanto maior for o público de Lookalike, menor será a qualificação dela em comparação com a base usada.

Ou seja, um público de 1.4 milhões de pessoas de um Lookalike é mais qualificado do que um público de 10 milhões de Lookalike.

Portanto, experimente testar Lookalikes menores para atingir pessoas mais similares aquelas da sua lista usada como base de criação do Lookalike.

2. Faixas de Lookalikes

Quando você cria um público de lookalike no Facebook Ads, você consegue criar faixas distintas desse público. Isso significa que, você consegue criar não só um público de Lookalike de uma base específica, mas sim fatiar esse público em frações para poder usar individualmente em um conjunto de anúncios.

A vantagem de fatiar seus públicos de Lookalike é que quando você for anunciar, poderá escolher uma dessas faixas primeiro e só adicionar a segunda ou mais faixas quando esse público estiver saturado.

Sendo assim, você consegue ter um controle maior sobre a entrega para um público de lookalike mais qualificado e inserir novas faixas desse mesmo público quando necessário.

3. Use fontes distintas

É um erro achar que você consegue criar públicos de Lookalikes apenas de uma lista de e-mails ou de telefones. Você pode também criar públicos de Lookalikes de outras fontes, como:

Criar Lookalike de pessoas que assistiram seus vídeos

Neste tipo de público, prefira testar criar Lookalikes de pessoas que assistiram 95% dos seus vídeos, pois convenhamos que quem assiste 95% dos seus vídeos tem mais interesse em seus produtos, serviços ou negócios e claro, criar um Lookalike dessas pessoas pode ser ideal para melhorar a performance das suas campanhas.

Criar Lookalike de pessoas acessaram seu site

Você consegue ainda criar Lookalike de pessoas que acessaram seu site, mas experimente, por exemplo, criar Lookalikes de quem iniciou uma compra no seu site ou ainda criar um lookalike de quem comprou de você, caso você tenha um volume de compra considerável. Quem iniciou a compra ou quem comprou, claro, é mais valoroso do que quem apenas acessou seu site e dessa forma, criar um Lookalike dessas pessoas pode te trazer resultados incríveis.

Criar Lookalike de pessoas que interagiram com seus Instagram

Outro público de Lookalike interessante é de quem interagiu com seu Instagram. É importante frisar ainda que, quanto mais orgânico forem seus seguidores, melhor será a qualidade dessa fonte para criar Lookalike.

Ou seja, se você comprou seguidores ou usou alguma ferramenta para crescer seu Instagram, talvez as pessoas que te seguem não estejam tão interessadas em seu negócio, produto ou serviço.

Dica: Quando você cria um público de envolvimento com Instagram, existem opções para você customizar esse público, como por exemplo “Pessoas que enviaram mensagens por Direct”. Se uma pessoa enviou um direct pra você, ela, em tese, está mais interessada do que quem apenas visitou seu perfil no Instagram.

Criar Lookalikes dessas pessoas que enviaram directs no seu Instagram também é uma ótima oportunidade de veicular seus anúncios para pessoas que podem se interessar mais em seu negócio, produto ou serviço.

4. Foco na qualidade da base

Um bom lookalike é criado a partir de uma boa base de usuários. Dessa forma, criar Lookalikes de bases ruins pode significar ter um Lookalike ruim.

Tente sempre criar bases qualificadas para que elas sirvam de fontes para bons Lookalikes. Experimente usar bases de clientes que pagaram valores com tickets altos, que pagaram por cartão de crédito, ou que compraram à vista.

Criar Lookalike dessas pessoas sem dúvidas trará mais qualificação para esse público mais amplo.

5. Seja criativo ao escolher as fontes

Teste diferentes fontes de listas para criar seus Lookalikes. Experimente criar uma base com as pessoas que mais interagem com seu negócio no WhatsApp ou Telegram, ou aqueles alunos que assistem mais de 80% de um curso seu (se esse for seu nicho).

Use e abuse da criatividade em buscar fontes ideais para criar seus Lookalikes perfeitos.

6. Re-seguimente seus públicos de Lookalike

Quando você cria um público de Lookalike, você tem no meio dessa audiência diversas especificidades e comportamentos específicos. Ainda que o Facebook use toda sua inteligência para criar essa audiência mais similar à sua lista usada, saiba que você ainda pode customizar mais ainda com base em interesses.

Em um conjunto de anúncios, você pode, por exemplo, limitar ainda mais uma base de Lookalikes cruzando-a com interesses, comportamentos e demografias.

Dessa forma, você usa o Lookalike que deseja, mas coloca uma condição que embora limite esse público, trará bem mais segmentação a ela com foco em atingir ao certo as pessoas ideais.

7. Cuidado com limitação extrema de Lookalike

Ainda no gancho do item 6, você pode também limitar um público de Lookalike por gênero, idade e localidade.

Como você não consegue fazer isso imediatamente na criação dos Lookalikes, resta então customizar isso dentro de um conjunto de anúncios.

Ocorre que, quanto mais re-segmentação você fizer, menor será o público. Ou seja, se você tiver, por exemplo, um público de Lookalike de 1.4 milhões de pessoas, selecionar esse público em um conjunto e configurar a seguir uma faixa etária de 18 a 35, mulheres e que moram na cidade de Pelotas-RS, essa base poderá reduzir muito.

E caso você realmente tenha a necessidade de fazer essa re-segmentação, considere colocar esse Lookalike mais amplo, testando por exemplo Lookalikes acima de 5 milhões de pessoas, mas sempre testando e vendo o tamanho final do público.

Conclusão

O Lookalike é sem dúvidas um público interessante para se trabalhar no Facebook Ads, mas é importante sobretudo buscar utilizar uma fonte qualificada e com maior peso de valor de qualidade para que seu lookalike seja o melhor possível.

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Remarketing – o que é e como funciona

O Remarketing, também conhecido como Retargeting, é uma ação que visa impactar com anúncios, usuários que já tiveram algum envolvimento com seu negócio.

Sabe quando você acessa um e-commerce e a partir daí, anúncios de produtos que você viu nesse site passam a perseguir você? Pois bem! Isso é um anúncio de Remarketing.

O Remarketing é uma das estratégias mais importantes para quem anuncia online e isso é simples de entender: O público de Remarketing deixa de ser um público “frio” e passa a ser um público mais aquecido, uma vez que já viu seu anúncio, acessou seu site ou já se envolveu com seu negócio.

O Remarketing é basicamente um tipo de público. No Facebook Ads existem alguns tipos de públicos de Remarketing, onde podemos destacar:

Remarketing por envolvimento

Esse tipo de público é composto por pessoas que se envolveram com seu negócio através de algumas mídias ou canais, como assistiram algum vídeo seu, se envolveram com sua conta comercial do Instagram, se envolveram com sua Fanpage, preencheram algum formulário de anúncio, se envolveram com anúncios de experiência em tela cheia ou se envolveram com algum evento criado na sua página do Facebook ou se envolveram com seu e-commerce.

Remarketing por acesso no site

Outro Remarketing muito importante é de quem acessou seu site. Esse tipo de Remarketing permite você criar personalizações importantes, nas quais destaco:

  • Pessoas que acessaram todo site
  • Pessoas que iniciaram a compra e não compraram
  • Pessoas que acessaram alguma categoria específica
  • Pessoas que inseriram algum produto no carrinho
  • Entre outras customizações feitas por condições de URL

Usando uma dessas estratégias acima, você pode por exemplo impactar usuários que iniciaram uma compra no seu site, mas não finalizaram.

Anúncios direcionados para essas pessoas tendem a gerar bastante conversões e tendem a ter maior retorno sobre o investimento.

Boas práticas no Remarketing

Um bom Remarketing precisa seguir alguns critérios importantes, nos quais destaco:

Criativo personalizado

O criativo do anúncio de Remarketing precisa ser diferente do criativo de um anúncio para prospecção de novos clientes.

Se o Remarketing é uma estratégia de re-impactar usuários, não faz muito sentido que o criativo seja o mesmo. Use um banner diferente, uma copy personalizada mostrando para o usuário que você sabe o que ele fez no seu site ou sabe do envolvimento que ele já teve com seu negócio.

Um texto como “Eu sei que você está interessado em comprar o X. Vou listar aqui X motivos para você comprar agora..”.

Outra dica é inserir depoimentos de clientes em anúncios de Remarketing.

Depoimentos

Eu costumo fazer isso com quem iniciou a compra e não finalizou. Esses usuários precisam de um empurrão e exibir uma prova social que são depoimentos pode fazer com que o usuário se decida em comprar seu produto ou serviço.

Promoções

Outra estratégia bacana é oferecer promoções para pessoas que estão mais próximas de comprar seu produto ou serviço e isso pode ocorrer com pessoas que colocaram produtos no carrinho ou iniciaram a compra e não concluiram.

Criativo com identidade

Esse é um dos pontos mais importantes do Remarketing. Um aluno meu me trouxe um desafio. Ele não estava conseguindo obter bons resultados com suas campanhas de Remarketing.

Ao analisar sua conta, eu percebi que tecnicamente estava tudo certo dentro do Facebook Ads, mas um erro bobo estava fazendo com que sua estratégia de Remarketing não funcionasse.

O Criativo do Remarketing (era um banner) não possuía qualquer referência visual que esse aluno tinha na página de venda dele. Não tinha as mesmas cores, não tinha logo, etc.

Ou seja, o usuário entrava na página de venda dele e quando era impactado por um anúncio de Remarketing, não tinha clareza de que aquele anúncio era exatamente do site que ele acabara de acessar.

A sugestão foi que ele inserisse no topo da página de venda dele a logo do site dele, que passasse a usar as mesmas cores na página de vendas e no banner de Remarketing e até mesmo usasse a mesma tipografia.

Analisando a métrica de CTR (Click Through Rate), em menos de uma semana conseguimos reverter este cenário e gerar boas vendas com sua campanha.

Portanto, embora o criativo do Remarketing deva ser diferente do criativo da prospecção, ele precisa deixar evidente de que se trata daquele mesmo negócio ao qual o usuário se envolveu em algum momento.

Veja abaixo um exemplo de alguns de meus criativos de Prospecção e Remarketing com cores e composições semelhantes.

Teste Remarketings com períodos menores

Quando você cria um público de Remarketing no Facebook Ads, você pode configurar o período em que o usuário está naquele público.

Por exemplo, se você quiser criar um Remarketing de quem acessou seu site, você tem um limite máximo de 180 dias, ou seja, pessoas que acessaram seu site em até 180 dia.

Já públicos de envolvimento, são no máximo 365 dias, como por exemplo pessoas que se envolveram com seu Instagram nos últimos 365 dias.

O fato é que ao criar públicos com períodos muito extensos, pode fazer com que você impacte usuários que já se envolveram a muito tempo com seu negócio e sequer se lembram dele.

O ideal é você testar períodos diferentes, mas eu sempre obtenho bons resultados com públicos de Remarketing com no máximo 60 dias.

Conclusão

Remarketing é indispensável em uma estratégia no Facebook Ads. É obrigatório ter um anúncio de Remarketing e certamente vai potencializar e muito seus resultados.

E você, já cria anúncios de Remarketing?

Deixe seu comentário abaixo!

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100K por mês com Facebook Ads

Olá,

Quando eu comecei a trabalhar com Facebook Ads, rapidamente cheguei à conclusão de que existia uma forma certeira de conseguir fazer com que o dinheiro trabalhasse pra mim. E há!

Mas é preciso compreender como a ferramenta funciona em seu “core” para que você efetivamente lucre de forma segura.

E para conseguir montar uma estrutura que me permitisse escalar de forma segura e progressiva, tive que seguir premissas que desenvolvi ao longo do tempo, errando, acertando, mas FAZENDO.

Eu não sou adepto de métodos, fórmulas milagrosas ou receitas que vendem uma ideia de grana fácil.

Mas a questão é, se você aplicar da forma certa, com certeza aumentará suas chances de conseguir obter resultados expressivos.

Nos últimos 8 meses faturei mais de 570 Mil reais, escalando mês a mês e chegando com uma média atual de 110 Mil de faturamento nos dois últimos meses, em uma estrutura que funcionou na maior parte do tempo gerando tráfego direto e por consequência, vendas diretas.

O tráfego direto é basicamente criar um anúncio e trazer o usuário diretamente para sua página de vendas.

Mas para que isso funcione, você precisa seguir essas premissas e são elas que listo aqui para que você possa aplicar em seu negócio.

Vamos lá?

1) Qualidade do Produto/Serviço

Não adianta. Você pode fazer o melhor anúncio, a melhor copy, a melhor página de venda. Se seu produto não for bom, você não vai obter sucesso com ele.

Talvez em um primeiro momento você consiga vendê-lo, mas poderá sofrer com estornos e reembolsos.

Um produto ruim não gera boca-boca positivo. E acredite, o boca-boca te ajuda e muito a vender a médio prazo.

Uma boa forma de saber se seu produto é bom ou não é validá-lo. Mas como fazer isso? Experimente uma estratégia rápida e curta de captação de leads para uma aula ao vivo e nessa aula ao vivo no YouTube, dê o seu máximo, faça aquela aula incrível e no fim, venda seu produto.

Antes de criar novas campanhas, aguarde uns dias, mas se aproxime desses alunos que compraram seu produto. Crie uma comunidade se for o caso, seja no Facebook, Telegram ou WhatsApp. Comunique-se com eles e tente fazer uma pesquisa sobre o produto para ver como está a aceitação.

Nessa análise já será possível saber se seu produto foi bem aceito e talvez você até receba bons feedbacks de pontos de melhoria do seu produto/serviço.

Como a validação foi importante pra mim?

No meu Curso Completo de Facebook e Instagram Ads eu mostro como eu iniciei essa estrutura que fatura mais de 100k por mês, mas o bacana deste curso é que eu comecei investindo a realidade da maioria dos anunciantes quando começam, que foi algo em torno de R$50,00 por dia.

Mas ainda assim, eu já tinha validado meu produto.

Eu criei uma campanha para captar leads e trouxe os usuários para whatsapp. Captei algo como 1.000 leads e dei duas aulas gratuitas.

No fim, abri carrinho e obtive boas vendas deste treinamento.

Ao validá-lo, vi que era hora de começar a criar minhas estruturas de campanhas e focar na escala dos resultados.

2) Vender sem funil funciona sim

É claro, trabalhar um funil de vendas é uma estratégia que te dá bastante resultados se aplicado da forma certa.

Mas existe um ponto importante nessa história: Verba!

Muitos anunciantes não possuem ainda verba suficiente para desenvolver um bom funil e na maioria das vezes, você precisará de fôlego financeiro para isso.

E quando você está nessa situação, como é possível escalar o negócio? Simples! Venda direto, acumule lucro e reinvista em novas estruturas.

No meu treinamento e Facebook Ads eu mostrei isso na prática acontecendo.

Aprenda uma coisa (se é que você não sabe):

“É mais difícil vender para quem não te conhece, não conhece seu produto, serviço ou sua marca”.

Desta forma, o tráfego direto é essencial para você conseguir lucrar. Quanto maior for o valor do seu produto ou serviço, mais difícil será consegui bons resultados.

O valor do produto interfere em duas situações:

1) Receio dos usuários em comprá-lo: É normal, pois os usuários quando não te conhecem ficam receosos em comprar seu produto ou serviço e não conseguir reaver seu investimento caso seja ruim.

2) Orçamento reduzido: Quando seu produto/serviço possui um valor elevado, como por exemplo R$497,00, seu investimento diário mínimo ideal em anúncios no Facebook deveria ser a metade desse valor, ou seja, R$248,50. Mas nem todos anunciantes tem esse fôlego no início.

Mas afinal de contas, como resolver essa questão? Simples! Crie um produto de entrada.

O produto de entrada é uma versão mais reduzida do seu produto. Suponhamos que você vende um curso que custe R$697,00, mas esteja com dificuldades de vendê-lo através do tráfego direto em anúncios no Facebook.

Experimente criar uma versão mais básica e reduzida desse curso e comercialize a um valor mais em conta, algo como R$97,00.

Com um produto a este valor, o usuário até se sujeita a arriscar a compra, mesmo com o risco do produto/serviço ser ruim.

Ou seja, para os usuários é melhor correr o risco de perder R$97,00 comprando seu curso do que perder R$697,00, não é verdade?

Esse produto de entrada pode ser um curso básico criado especialmente para este fim ou pode ser uma parte do seu produto de valor maior.

Uma vez que você começar a vender esse produto e claro, gerar ROI positivo, você poderá aplicar esse lucro reinvestindo nos anúncios para vender o produto/serviço de valor mais amplo, no caso do exemplo, o produto de R$697,00.

Outra vantagem desta ação é vender o produto mais amplo para quem comprar o produto de entrada. Isso porque, se antes eu disse que é mais difícil vender para quem não te conhece, agora ficou mais fácil vender para quem já conhece você, comprou se produto de entrada, sabe da sua didática, do seu suporte e da qualidade do seu produto.

Quando eu vendo meu treinamento de entrada que é o Rocketwp, 15 dias após a aquisição, os alunos já recebem um e-mail com uma oferta do RocketAds, que é meu produto de valor maior.

Minha taxa de conversão para esta ação é de 65%, ou seja, eu consigo converter para 65% dos alunos que compram o produto de entrada.

E isso é uma taxa de conversão excelente.

Mas veja bem. O produto de entrada deve ser bom, bem produzido e não pode ser vago e vazio. Ele precisa completar o entendimento de determinado assunto para que o usuário que o adquirir não ache o produto/serviço raso demais.

2) E se eu não tiver ou não conseguir um produto de entrada?

A resposta é: Afilie-se a um produto.

Se você tem necessidade de acumular verba para reinvestir em seu produto de valor amplo, aposte em um produto com uma boa curva de venda, uma boa comissão e dê o tiro certeiro.

Gerar lucro como afiliado e aplicar todo lucro na venda em anúncios para seu produto de valor maior é uma estratégia absolutamente inteligente e que lhe trará ótimos resultados.

Conclusão

Embora haja diversas situações que devem rodar paralelamente a tudo que expliquei aqui, esses são os pilares que adotei no meu negócio para conseguir faturar em uma estrutura que basicamente roda no automático.

Se você quiser saber como eu montei essa estrutura, conheça meu Treinamento de Facebook Ads, o RocketAds e veja os depoimentos de vários alunos meus e também os resultados gerados nos últimos meses.