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Sobreposição de Públicos no Facebook Ads e Fator de exclusão de públicos

Você sabe o que é Sobreposição de Públicos no Facebook Ads? A sobreposição é um evento que ocorre quando as mesmas pessoas se encontram em mais de um conjunto com o mesmo evento de otimização.

Quando você cria uma estrutura de campanhas, você pode e deve distribuir bem sua estrutura com alguns conjuntos.

Inicialmente, o usual é que você configure em cada conjunto públicos diversos. Ocorre que, na maioria das vezes vai ocasionar de algumas pessoas estarem dentro de mais de um público seu e dessa forma, um conjunto vai competir com outro conjunto em um leilão.

Quer saber como funcionam os lances e leilões no Facebook Ads? Leia este artigo aqui.

O Facebook, para te proteger quando isso ocorre, só coloca no leilão o conjunto de maior potencial e/ou com maior histórico de desempenho. E ele faz isso exatamente para que você não tenha um CPA (Custo por Ação) elevado, já que você estaria concorrendo contigo mesmo.

Enquanto isso te protege por um lado, te prejudica de outro, pois ter um conjunto não participando de leilões por conta da sobreposição não é nada sadio.

Eventos de otimização

Importante sempre frisar que você só tem problema com sobreposição quando há mais de um conjunto sobreposto com o mesmo evento de otimização, ou seja, se você tem 2 conjuntos onde haja sobreposição, mas um está otimizado para compra e outro para início de finalização de compra, eles não concorrem.

Isso acontece porque os conjuntos competem no leilão com conjuntos de outros anunciantes com o mesmo evento de otimização.

Dessa forma, você nunca terá o caso de um conjunto configurado com evento de compra concorrer com um conjunto de outro anunciante configurado com evento de início de finalização de compra, adição ao carrinho, etc.

Embora os exemplos citados acima especifica em eventos de otimização com base em conversão, importante frisar que há diversos outros tipos de eventos de otimização em diversos outros objetivos de campanha, como TrhuPlays (Para campanhas com objetivo de visualização de vídeos), Visualização de Página de Destino, Cliques no link, Alcance único Diário ou Impressões (Para campanhas com objetivo de tráfego), entre outros.

Ou seja, é correto também afirmar, de certa forma, que o que concorre são os eventos de otimização, sejam entre conjuntos seus ou entre seus conjuntos e de concorrentes.

Como analisar a Sobreposição de públicos no Facebook Ads?

Existem 2 formas de você ter acesso a recursos e reports que envolvem as sobreposições de públicos:

Facebook Audience Overlap

Dentro da área de criação de públicos, ao selecionar um público específico, note que na parte superior da tela aparecem 3 pontinhos e ao clicar sobre, há uma opção chamada “Mostrar sobreposição de público”.

Na tela que se abre, você poderá selecionar os públicos pelos quais deseja analisar a sobreposição com relação ao público selecionado anteriormente.

Importante frisar que não é possível analisar a sobreposição com públicos inferiores a 10.000 pessoas.

Ao selecionar alguns públicos e visualizar a sobreposição, temos o seguinte cenário:

Note que há sobreposição de públicos em basicamente todos eles. Ainda que seja uma sobreposição baixa, em determinado momento você pode sofrer impactos em seus resultados.

No público “Semelhante (BR, 1% to 3%) – WP – 10 – Melhores Compradores Rocketwp (1x CC)” que conta com 3 milhões de pessoas, podemos observar que há uma sobreposição de 9%, ou seja, mais de 240 mil pessoas estão neste público e no público base que aparece lá em cima na lista suspensa “Semelhante (BR, 3% to 6%)…”, como podemos ver abaixo:

E se mudar o público base?

É importante entender que, testar 2 públicos diferentes alterando em cada teste o público base terá o mesmo resultado em números exatos, entretanto, a porcentagem muda ao fazer essa troca. E isso é fundamental para que você entenda a importância do fator de exclusão de públicos no Facebook Ads.

Vejamos um exemplo. Eu possui 2 públicos:

  • WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)
  • Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week

Primeiro, vou testar a sobreposição usando como base o público “Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week” comparando-o com o público “WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)”:

Note que, a taxa de sobreposição dessa intersecção é de 1.200 pessoas representando 0%.

Mas se invertermos os públicos, alterando o público base para “WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)” comparando-o com “Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week”, temos o seguinte cenário:

Embora o número de pessoas sobrepostas seja o mesmo (1200 pessoas), a taxa de sobreposição muda de 0% para 15%.

Mas o que isso significa afinal de contas?

Isso significa que essa sobreposição cause problemas de veiculação para os conjuntos de anúncios direcionados para o Público WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D).

E qual seria a solução para evitar essa sobreposição? Simples! Usando o fator de exclusão em cascata.

O que você deve fazer no cenário acima é remover o público “WP – WEEK – Z01 – Acessou novo site (180D)” do conjunto que tem o público “Semelhante (BR, 1% to 3%) – Base Leads Success WP Week”.

Isso fará com que você proteja esse público menor fazendo com que ele seja removido do conjunto com público maior.

E onde eu removo esse público? Isso é o básico do básico, mas para remover um público, basta você usar o recurso de excluir nas configurações do conjunto.

Dessa forma, e usando o cenário acima como exemplo, ficaria dessa forma:

Em suma, entendemos que, em um fator de exclusão de públicos em cascata sempre protegerá os públicos menores.

Suponhamos que temos 6 conjuntos e em cada conjunto temos os seguintes públicos:

  • Conjunto 1 (Público de Lista de Leads – 5 mil pessoas)
  • Conjunto 2 (Público VideoView – 10 mil pessoas)
  • Conjunto 3 (Público Envolvimento – 120 mil pessoas)
  • Conjunto 4 (Público Acessou site – 120 mil pessoas)
  • Conjunto 5 (Público de Lookalike 1 – 3 milhões de pessoas)
  • Conjunto 6 (Público de Interesse – 25 milhõs de pessoas)

Essa é a ordem correta de você organizar sua hierarquia com foco em estruturar bem seu fator de exclusão. Os públicos menores devem estar no topo de hierarquia sucessivamente, mas é importante frisar que essa hierarquia é um exemplo, pois no seu caso, pode ser que o volume de pessoas nesses públicos seja diferente e sua hierarquia seja diferente também.

Outro fator é que se um público um pouco maior do que o de cima na hierarquia for de melhor qualidade, não há problema dele ficar acima do de menor quantidade. Se essa diferença não for muito grande, privilegia a qualidade/quantidade ao invés apenas da quantidade.

Dessa forma, o fator de exclusão ficaria dessa forma:

  • Conjunto 1
  • Conjunto 2 (exclui 1)
  • Conjunto 3 (exclui 1 e 2)
  • Conjunto 4 (exclui 1, 2 e 3)
  • Conjunto 5 (exclui 1, 2, 3 e 4)
  • Conjunto 6 (exclui 1, 2, 3, 4 e 5)

Qual primeiro indício de que a sobreposição de públicos está impactando negativamente meus resultados?

Uma dos principais indícios de que a sobreposição pode estar prejudicando seus resultados é com aumento repentino de seu CPA.

Há uma forma de você acompanhar esse indicador através do recurso de “Inspecionador”, que só aparece na listagem dos seus conjuntos de anúncios.

Ao selecionar o “inspecionar” de um dos conjuntos, será possível visualizar algumas métricas, entre elas a taxa de sobreposição:

Mas se você quiser, poderá ativar as outras métricas para análise de comparativo e evolução de todas elas:

Se você rolar um pouco a tela, poderá visualizar in-loco e individualizado dados sobre determinada métrica, como a “Taxa de sobreposição de público”:

A taxa de sobreposição indica com que frequência o seu conjunto de anúncios esteve no mesmo leilão que outro da mesma conta.

Como resolver sobreposição de públicos no Facebook Ads?

Uma das formas de resolver o problema de sobreposição de públicos é atuar com o fator de exclusão mostrado mais acima, removendo os públicos menores dos conjuntos com públicos maiores em um formato de cascata.

Outra forma de resolver isso é mesclando públicos sobrepostos que estejam em conjuntos diferentes em um único conjunto.

Conclusão

Análise de sobreposição, configuração do fator de exclusão em cascata e mesclagem de conjuntos com públicos sobrepostos é uma das melhores otimizações que você pode fazer com foco em usar de forma eficiente seu orçamento e melhorar seus resultados.

E você, já conferiu suas métricas hoje? Analisou seus reports? Tem dúvidas?

Deixe um comentário e compartilhe este post com seus amigos.

Abraços e até a próxima.

 

 

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Público de Lookalike no Facebook Ads – o que é e boas práticas

O Público de Lookalike no Facebook Ads é um recurso que permite a criação de um público maior a partir de uma base que pode ser de lista de e-mails, telefones, etc.

Se você tem, por exemplo, uma lista com 500 e-mails dos seus melhores clientes, você poderá criar um público com base nessa lista entre 1.400 milhão e 10 milhões de pessoas.

Se antes você tinha apenas 500 e-mails dos seus melhores clientes, agora você terá a possibilidade de veicular seus anúncios para mais de 1 milhão de pessoas similares aquelas que estavam na lista de e-mails.

Isso é possível porque o Facebook tem a capacidade de analisar os perfis dos usuários dessa lista de 500 e-mails e verificar em todo Facebook pessoas similares a elas.

Entretanto, é importante compreender as boas práticas em criar essas listas de Lookalikes.

Vamos a elas?

1. Tamanho do público de Lookalike

Eu sei que dá vontade de criar o máximo possível de um público de Lookalike, mas saiba que quanto maior for o público de Lookalike, menor será a qualificação dela em comparação com a base usada.

Ou seja, um público de 1.4 milhões de pessoas de um Lookalike é mais qualificado do que um público de 10 milhões de Lookalike.

Portanto, experimente testar Lookalikes menores para atingir pessoas mais similares aquelas da sua lista usada como base de criação do Lookalike.

2. Faixas de Lookalikes

Quando você cria um público de lookalike no Facebook Ads, você consegue criar faixas distintas desse público. Isso significa que, você consegue criar não só um público de Lookalike de uma base específica, mas sim fatiar esse público em frações para poder usar individualmente em um conjunto de anúncios.

A vantagem de fatiar seus públicos de Lookalike é que quando você for anunciar, poderá escolher uma dessas faixas primeiro e só adicionar a segunda ou mais faixas quando esse público estiver saturado.

Sendo assim, você consegue ter um controle maior sobre a entrega para um público de lookalike mais qualificado e inserir novas faixas desse mesmo público quando necessário.

3. Use fontes distintas

É um erro achar que você consegue criar públicos de Lookalikes apenas de uma lista de e-mails ou de telefones. Você pode também criar públicos de Lookalikes de outras fontes, como:

Criar Lookalike de pessoas que assistiram seus vídeos

Neste tipo de público, prefira testar criar Lookalikes de pessoas que assistiram 95% dos seus vídeos, pois convenhamos que quem assiste 95% dos seus vídeos tem mais interesse em seus produtos, serviços ou negócios e claro, criar um Lookalike dessas pessoas pode ser ideal para melhorar a performance das suas campanhas.

Criar Lookalike de pessoas acessaram seu site

Você consegue ainda criar Lookalike de pessoas que acessaram seu site, mas experimente, por exemplo, criar Lookalikes de quem iniciou uma compra no seu site ou ainda criar um lookalike de quem comprou de você, caso você tenha um volume de compra considerável. Quem iniciou a compra ou quem comprou, claro, é mais valoroso do que quem apenas acessou seu site e dessa forma, criar um Lookalike dessas pessoas pode te trazer resultados incríveis.

Criar Lookalike de pessoas que interagiram com seus Instagram

Outro público de Lookalike interessante é de quem interagiu com seu Instagram. É importante frisar ainda que, quanto mais orgânico forem seus seguidores, melhor será a qualidade dessa fonte para criar Lookalike.

Ou seja, se você comprou seguidores ou usou alguma ferramenta para crescer seu Instagram, talvez as pessoas que te seguem não estejam tão interessadas em seu negócio, produto ou serviço.

Dica: Quando você cria um público de envolvimento com Instagram, existem opções para você customizar esse público, como por exemplo “Pessoas que enviaram mensagens por Direct”. Se uma pessoa enviou um direct pra você, ela, em tese, está mais interessada do que quem apenas visitou seu perfil no Instagram.

Criar Lookalikes dessas pessoas que enviaram directs no seu Instagram também é uma ótima oportunidade de veicular seus anúncios para pessoas que podem se interessar mais em seu negócio, produto ou serviço.

4. Foco na qualidade da base

Um bom lookalike é criado a partir de uma boa base de usuários. Dessa forma, criar Lookalikes de bases ruins pode significar ter um Lookalike ruim.

Tente sempre criar bases qualificadas para que elas sirvam de fontes para bons Lookalikes. Experimente usar bases de clientes que pagaram valores com tickets altos, que pagaram por cartão de crédito, ou que compraram à vista.

Criar Lookalike dessas pessoas sem dúvidas trará mais qualificação para esse público mais amplo.

5. Seja criativo ao escolher as fontes

Teste diferentes fontes de listas para criar seus Lookalikes. Experimente criar uma base com as pessoas que mais interagem com seu negócio no WhatsApp ou Telegram, ou aqueles alunos que assistem mais de 80% de um curso seu (se esse for seu nicho).

Use e abuse da criatividade em buscar fontes ideais para criar seus Lookalikes perfeitos.

6. Re-seguimente seus públicos de Lookalike

Quando você cria um público de Lookalike, você tem no meio dessa audiência diversas especificidades e comportamentos específicos. Ainda que o Facebook use toda sua inteligência para criar essa audiência mais similar à sua lista usada, saiba que você ainda pode customizar mais ainda com base em interesses.

Em um conjunto de anúncios, você pode, por exemplo, limitar ainda mais uma base de Lookalikes cruzando-a com interesses, comportamentos e demografias.

Dessa forma, você usa o Lookalike que deseja, mas coloca uma condição que embora limite esse público, trará bem mais segmentação a ela com foco em atingir ao certo as pessoas ideais.

7. Cuidado com limitação extrema de Lookalike

Ainda no gancho do item 6, você pode também limitar um público de Lookalike por gênero, idade e localidade.

Como você não consegue fazer isso imediatamente na criação dos Lookalikes, resta então customizar isso dentro de um conjunto de anúncios.

Ocorre que, quanto mais re-segmentação você fizer, menor será o público. Ou seja, se você tiver, por exemplo, um público de Lookalike de 1.4 milhões de pessoas, selecionar esse público em um conjunto e configurar a seguir uma faixa etária de 18 a 35, mulheres e que moram na cidade de Pelotas-RS, essa base poderá reduzir muito.

E caso você realmente tenha a necessidade de fazer essa re-segmentação, considere colocar esse Lookalike mais amplo, testando por exemplo Lookalikes acima de 5 milhões de pessoas, mas sempre testando e vendo o tamanho final do público.

Conclusão

O Lookalike é sem dúvidas um público interessante para se trabalhar no Facebook Ads, mas é importante sobretudo buscar utilizar uma fonte qualificada e com maior peso de valor de qualidade para que seu lookalike seja o melhor possível.

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Remarketing – o que é e como funciona

O Remarketing, também conhecido como Retargeting, é uma ação que visa impactar com anúncios, usuários que já tiveram algum envolvimento com seu negócio.

Sabe quando você acessa um e-commerce e a partir daí, anúncios de produtos que você viu nesse site passam a perseguir você? Pois bem! Isso é um anúncio de Remarketing.

O Remarketing é uma das estratégias mais importantes para quem anuncia online e isso é simples de entender: O público de Remarketing deixa de ser um público “frio” e passa a ser um público mais aquecido, uma vez que já viu seu anúncio, acessou seu site ou já se envolveu com seu negócio.

O Remarketing é basicamente um tipo de público. No Facebook Ads existem alguns tipos de públicos de Remarketing, onde podemos destacar:

Remarketing por envolvimento

Esse tipo de público é composto por pessoas que se envolveram com seu negócio através de algumas mídias ou canais, como assistiram algum vídeo seu, se envolveram com sua conta comercial do Instagram, se envolveram com sua Fanpage, preencheram algum formulário de anúncio, se envolveram com anúncios de experiência em tela cheia ou se envolveram com algum evento criado na sua página do Facebook ou se envolveram com seu e-commerce.

Remarketing por acesso no site

Outro Remarketing muito importante é de quem acessou seu site. Esse tipo de Remarketing permite você criar personalizações importantes, nas quais destaco:

  • Pessoas que acessaram todo site
  • Pessoas que iniciaram a compra e não compraram
  • Pessoas que acessaram alguma categoria específica
  • Pessoas que inseriram algum produto no carrinho
  • Entre outras customizações feitas por condições de URL

Usando uma dessas estratégias acima, você pode por exemplo impactar usuários que iniciaram uma compra no seu site, mas não finalizaram.

Anúncios direcionados para essas pessoas tendem a gerar bastante conversões e tendem a ter maior retorno sobre o investimento.

Boas práticas no Remarketing

Um bom Remarketing precisa seguir alguns critérios importantes, nos quais destaco:

Criativo personalizado

O criativo do anúncio de Remarketing precisa ser diferente do criativo de um anúncio para prospecção de novos clientes.

Se o Remarketing é uma estratégia de re-impactar usuários, não faz muito sentido que o criativo seja o mesmo. Use um banner diferente, uma copy personalizada mostrando para o usuário que você sabe o que ele fez no seu site ou sabe do envolvimento que ele já teve com seu negócio.

Um texto como “Eu sei que você está interessado em comprar o X. Vou listar aqui X motivos para você comprar agora..”.

Outra dica é inserir depoimentos de clientes em anúncios de Remarketing.

Depoimentos

Eu costumo fazer isso com quem iniciou a compra e não finalizou. Esses usuários precisam de um empurrão e exibir uma prova social que são depoimentos pode fazer com que o usuário se decida em comprar seu produto ou serviço.

Promoções

Outra estratégia bacana é oferecer promoções para pessoas que estão mais próximas de comprar seu produto ou serviço e isso pode ocorrer com pessoas que colocaram produtos no carrinho ou iniciaram a compra e não concluiram.

Criativo com identidade

Esse é um dos pontos mais importantes do Remarketing. Um aluno meu me trouxe um desafio. Ele não estava conseguindo obter bons resultados com suas campanhas de Remarketing.

Ao analisar sua conta, eu percebi que tecnicamente estava tudo certo dentro do Facebook Ads, mas um erro bobo estava fazendo com que sua estratégia de Remarketing não funcionasse.

O Criativo do Remarketing (era um banner) não possuía qualquer referência visual que esse aluno tinha na página de venda dele. Não tinha as mesmas cores, não tinha logo, etc.

Ou seja, o usuário entrava na página de venda dele e quando era impactado por um anúncio de Remarketing, não tinha clareza de que aquele anúncio era exatamente do site que ele acabara de acessar.

A sugestão foi que ele inserisse no topo da página de venda dele a logo do site dele, que passasse a usar as mesmas cores na página de vendas e no banner de Remarketing e até mesmo usasse a mesma tipografia.

Analisando a métrica de CTR (Click Through Rate), em menos de uma semana conseguimos reverter este cenário e gerar boas vendas com sua campanha.

Portanto, embora o criativo do Remarketing deva ser diferente do criativo da prospecção, ele precisa deixar evidente de que se trata daquele mesmo negócio ao qual o usuário se envolveu em algum momento.

Veja abaixo um exemplo de alguns de meus criativos de Prospecção e Remarketing com cores e composições semelhantes.

Teste Remarketings com períodos menores

Quando você cria um público de Remarketing no Facebook Ads, você pode configurar o período em que o usuário está naquele público.

Por exemplo, se você quiser criar um Remarketing de quem acessou seu site, você tem um limite máximo de 180 dias, ou seja, pessoas que acessaram seu site em até 180 dia.

Já públicos de envolvimento, são no máximo 365 dias, como por exemplo pessoas que se envolveram com seu Instagram nos últimos 365 dias.

O fato é que ao criar públicos com períodos muito extensos, pode fazer com que você impacte usuários que já se envolveram a muito tempo com seu negócio e sequer se lembram dele.

O ideal é você testar períodos diferentes, mas eu sempre obtenho bons resultados com públicos de Remarketing com no máximo 60 dias.

Conclusão

Remarketing é indispensável em uma estratégia no Facebook Ads. É obrigatório ter um anúncio de Remarketing e certamente vai potencializar e muito seus resultados.

E você, já cria anúncios de Remarketing?

Deixe seu comentário abaixo!

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100K por mês com Facebook Ads

Olá,

Quando eu comecei a trabalhar com Facebook Ads, rapidamente cheguei à conclusão de que existia uma forma certeira de conseguir fazer com que o dinheiro trabalhasse pra mim. E há!

Mas é preciso compreender como a ferramenta funciona em seu “core” para que você efetivamente lucre de forma segura.

E para conseguir montar uma estrutura que me permitisse escalar de forma segura e progressiva, tive que seguir premissas que desenvolvi ao longo do tempo, errando, acertando, mas FAZENDO.

Eu não sou adepto de métodos, fórmulas milagrosas ou receitas que vendem uma ideia de grana fácil.

Mas a questão é, se você aplicar da forma certa, com certeza aumentará suas chances de conseguir obter resultados expressivos.

Nos últimos 8 meses faturei mais de 570 Mil reais, escalando mês a mês e chegando com uma média atual de 110 Mil de faturamento nos dois últimos meses, em uma estrutura que funcionou na maior parte do tempo gerando tráfego direto e por consequência, vendas diretas.

O tráfego direto é basicamente criar um anúncio e trazer o usuário diretamente para sua página de vendas.

Mas para que isso funcione, você precisa seguir essas premissas e são elas que listo aqui para que você possa aplicar em seu negócio.

Vamos lá?

1) Qualidade do Produto/Serviço

Não adianta. Você pode fazer o melhor anúncio, a melhor copy, a melhor página de venda. Se seu produto não for bom, você não vai obter sucesso com ele.

Talvez em um primeiro momento você consiga vendê-lo, mas poderá sofrer com estornos e reembolsos.

Um produto ruim não gera boca-boca positivo. E acredite, o boca-boca te ajuda e muito a vender a médio prazo.

Uma boa forma de saber se seu produto é bom ou não é validá-lo. Mas como fazer isso? Experimente uma estratégia rápida e curta de captação de leads para uma aula ao vivo e nessa aula ao vivo no YouTube, dê o seu máximo, faça aquela aula incrível e no fim, venda seu produto.

Antes de criar novas campanhas, aguarde uns dias, mas se aproxime desses alunos que compraram seu produto. Crie uma comunidade se for o caso, seja no Facebook, Telegram ou WhatsApp. Comunique-se com eles e tente fazer uma pesquisa sobre o produto para ver como está a aceitação.

Nessa análise já será possível saber se seu produto foi bem aceito e talvez você até receba bons feedbacks de pontos de melhoria do seu produto/serviço.

Como a validação foi importante pra mim?

No meu Curso Completo de Facebook e Instagram Ads eu mostro como eu iniciei essa estrutura que fatura mais de 100k por mês, mas o bacana deste curso é que eu comecei investindo a realidade da maioria dos anunciantes quando começam, que foi algo em torno de R$50,00 por dia.

Mas ainda assim, eu já tinha validado meu produto.

Eu criei uma campanha para captar leads e trouxe os usuários para whatsapp. Captei algo como 1.000 leads e dei duas aulas gratuitas.

No fim, abri carrinho e obtive boas vendas deste treinamento.

Ao validá-lo, vi que era hora de começar a criar minhas estruturas de campanhas e focar na escala dos resultados.

2) Vender sem funil funciona sim

É claro, trabalhar um funil de vendas é uma estratégia que te dá bastante resultados se aplicado da forma certa.

Mas existe um ponto importante nessa história: Verba!

Muitos anunciantes não possuem ainda verba suficiente para desenvolver um bom funil e na maioria das vezes, você precisará de fôlego financeiro para isso.

E quando você está nessa situação, como é possível escalar o negócio? Simples! Venda direto, acumule lucro e reinvista em novas estruturas.

No meu treinamento e Facebook Ads eu mostrei isso na prática acontecendo.

Aprenda uma coisa (se é que você não sabe):

“É mais difícil vender para quem não te conhece, não conhece seu produto, serviço ou sua marca”.

Desta forma, o tráfego direto é essencial para você conseguir lucrar. Quanto maior for o valor do seu produto ou serviço, mais difícil será consegui bons resultados.

O valor do produto interfere em duas situações:

1) Receio dos usuários em comprá-lo: É normal, pois os usuários quando não te conhecem ficam receosos em comprar seu produto ou serviço e não conseguir reaver seu investimento caso seja ruim.

2) Orçamento reduzido: Quando seu produto/serviço possui um valor elevado, como por exemplo R$497,00, seu investimento diário mínimo ideal em anúncios no Facebook deveria ser a metade desse valor, ou seja, R$248,50. Mas nem todos anunciantes tem esse fôlego no início.

Mas afinal de contas, como resolver essa questão? Simples! Crie um produto de entrada.

O produto de entrada é uma versão mais reduzida do seu produto. Suponhamos que você vende um curso que custe R$697,00, mas esteja com dificuldades de vendê-lo através do tráfego direto em anúncios no Facebook.

Experimente criar uma versão mais básica e reduzida desse curso e comercialize a um valor mais em conta, algo como R$97,00.

Com um produto a este valor, o usuário até se sujeita a arriscar a compra, mesmo com o risco do produto/serviço ser ruim.

Ou seja, para os usuários é melhor correr o risco de perder R$97,00 comprando seu curso do que perder R$697,00, não é verdade?

Esse produto de entrada pode ser um curso básico criado especialmente para este fim ou pode ser uma parte do seu produto de valor maior.

Uma vez que você começar a vender esse produto e claro, gerar ROI positivo, você poderá aplicar esse lucro reinvestindo nos anúncios para vender o produto/serviço de valor mais amplo, no caso do exemplo, o produto de R$697,00.

Outra vantagem desta ação é vender o produto mais amplo para quem comprar o produto de entrada. Isso porque, se antes eu disse que é mais difícil vender para quem não te conhece, agora ficou mais fácil vender para quem já conhece você, comprou se produto de entrada, sabe da sua didática, do seu suporte e da qualidade do seu produto.

Quando eu vendo meu treinamento de entrada que é o Rocketwp, 15 dias após a aquisição, os alunos já recebem um e-mail com uma oferta do RocketAds, que é meu produto de valor maior.

Minha taxa de conversão para esta ação é de 65%, ou seja, eu consigo converter para 65% dos alunos que compram o produto de entrada.

E isso é uma taxa de conversão excelente.

Mas veja bem. O produto de entrada deve ser bom, bem produzido e não pode ser vago e vazio. Ele precisa completar o entendimento de determinado assunto para que o usuário que o adquirir não ache o produto/serviço raso demais.

2) E se eu não tiver ou não conseguir um produto de entrada?

A resposta é: Afilie-se a um produto.

Se você tem necessidade de acumular verba para reinvestir em seu produto de valor amplo, aposte em um produto com uma boa curva de venda, uma boa comissão e dê o tiro certeiro.

Gerar lucro como afiliado e aplicar todo lucro na venda em anúncios para seu produto de valor maior é uma estratégia absolutamente inteligente e que lhe trará ótimos resultados.

Conclusão

Embora haja diversas situações que devem rodar paralelamente a tudo que expliquei aqui, esses são os pilares que adotei no meu negócio para conseguir faturar em uma estrutura que basicamente roda no automático.

Se você quiser saber como eu montei essa estrutura, conheça meu Treinamento de Facebook Ads, o RocketAds e veja os depoimentos de vários alunos meus e também os resultados gerados nos últimos meses.

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Fase de aprendizado – o que é e como funciona

Ao trabalhar com campanhas com Objetivos de conversão como captar leads ou gerar vendas, os conjuntos de anúncios entram em um período de aprendizado chamado Fase de Aprendizado.

Este período está atrelado a sua janela de conversão. Quando seu foco é vender um produto, a janela indicada são de 7 dias e desta forma a fase de aprendizado durará 7 dias.

Durante este período, o Facebook vai veicular com foco em gerar 50 conversões durante este período. O Facebook precisa deste volume para conhecer bem o perfil desses usuários que estão convertendo e passar a veicular os seus anúncios para pessoas similares, fazendo com que suas campanhas performem melhor.

Por este motivo, parar uma campanha antes de 7 dias é um erro grotesto, pois você sequer deu tempo para que o Facebook conseguisse concluir a fase de aprendizado.

Acontece que, em alguns casos esse período expira e quando o Facebook não consegue concluir com êxito essa fase, ou seja, não consegue alcançar as 50 conversões, ele coloca um alerta no conjunto para que você possa fazer mudanças.

Este artigo não tem intuito apenas de te ensinar o que é a fase, mas sim te mostrar motivos pelos quais essa fase não é concluída com êxito e como você pode melhorar seus conjuntos para conseguir fechar a fase com êxito.

Vamos lá?

Evite ajustes durante a fase

Antes de você publicar seus anúncios, confira bem se está tudo certo, pois durante a fase você não deve em hipótese alguma fazer ajustes na campanha, conjunto e até anúncios, pois caso isso ocorra, a fase será reiniciada.

Durante a fase, os resultados são instáveis

É comum anunciantes ansiosos pausarem campanhas durante a fase porque os resultados estão aquém do que gostariam. E isso é normal. Isso ocorre porque o Facebook ainda não conseguiu compreender bem o perfil ideal de público para que seus anúncios sejam veiculados e durante esse período ele vai testar bastante isso.

O Facebook precisa de 50 conversões por uma mera questão de probabilidade. Quando você gera 50 vendas, por exemplo, o Facebook cruza os perfis desses 50 compradores e passa a veicular seus anúncios para usuários semelhantes.

É possível ainda continuar vendendo mesmo que você não conclua a fase com êxito, mas ainda sim você deve otimizar sempre campanhas, conjuntos e anúncios em busca da conclusão da fase com êxito.

Cuidado com quantidade de anúncios ou conjuntos

Outro erro comum que pode fazer com que seus conjuntos não saiam da fase é possuir muitos anúncios dentro de um conjunto.

O Facebook determina um máximo de 6 anúncios por conjunto como um número máximo, mas dependendo do seu orçamento diário, trabalhar com 2 ou 3 anúncios é o mais indicado.

Outra coisa que pode prejudicar a conclusão com êxito da fase de aprendizado é conter muitos conjuntos dentro de uma campanha. Isso ocorre porque muitas das vezes você pulveriza o orçamento diário em vários conjuntos. Imagine que você tenha R$50,00 para investir diariamente e crie 5 conjuntos para esta campanha. Isso pode fazer com que um conjunto gaste menos do que deveria não concluindo a fase de aprendizado.

Portanto, tome cuidado na quantidade de anúncios ou conjuntos.

Orçamento abaixo do ideal

Outro fator que pode influenciar na não conclusão da fase de aprendizado é um orçamento abaixo do ideal.

Imagine o seguinte cenário. Você vende um curso online que custa R$97,00 e o CPA (Custo por Ação) está em R$19,90.

Embora não seja uma regra, um cálculo básico que você pode fazer é multiplicar o CPA por 50 e dividir por 7. Desta forma, você tem um parâmetro básico para investir diariamente em cada conjunto.

No cenário acima, o cálculo seria o seguinte:

(R$19,90 x 50)/7 = R$142,14

Ou seja, você terá que investir R$142,14 diariamente em cada conjunto para buscar concluir a fase de aprendizado.

Mas como disse, não é uma regra. Esse valor pode ser maior e até menos caso você consiga executar boas otimizações.

Se você estiver usando CBO, que é orçamento a nível de campanha, você deve configurar no conjunto um limite de orçamento diário mínimo para que o Facebook garanta o orçamento mínimo proposto em determinado conjunto.

O que fazer quando a fase não conclui com êxito

Há algumas ações importantes a se observar, principalmente os pontos citados acima.

Entretanto, na maioria das vezes que preciso concluir a fase, eu executo 2 ações na sequência a seguir: Combinar conjuntos e Ajustar Orçamento.

Combinar conjuntos

É comum um ou ou maus conjuntos performarem mais do que outros. E um dos motivos pode estar no público.

Uma alternativa neste caso é combinar os públicos de um ou mais conjuntos com performance ruim em um conjunto só.

Se ainda assim você tiver problemas com a conclusão da fase, considere aumentar o orçamento e até mesmo desativar conjuntos combinados que ainda estejam com performance ruim e criar conjuntos com novos públicos.

Atenção: Na CBO, sempre que você for combinar conjuntos, fique de olho nos limites de orçamento diário do conjunto combinado.

Se você tiver limites em conjuntos pausados, você precisará redistribuir esses limites em todos os conjuntos ativos para evitar gastar menos do orçamento proposto.

E quando a fase tem êxito?

Quando a fase conclui com êxito, o status do conjunto ficará como “Ativo”. Lembre-se, a fase de aprendizado é utilizada apenas em campanhas com objetivos de conversão. Nas demais campanhas, ainda que não exista a fase de aprendizado, o Facebook também aprende sobre os resultados e atua usando suas otimizações para melhoria de performance.

Outra coisa importante a dizer é que em conjuntos com criativos dinâmicos, o status do conjunto já fica como “Ativo”, não tendo log da fase de aprendizado, mas neste caso, o Facebook passa a usar Machine Learning (Aprendizado de Máquina) para entregar a combinação de criativos ideal para usuários mais propensos a converterem a um custo menor.

Outras otimiações

Testar criativos novos, ajustar as copys, melhorar a oferta e melhorar a sua página de venda são outras ações importantes que você deve considerar quando estiver batalhando para fechar a fase de aprendizado com êxito.

Conclusão

Importante entender que, durante a fase, você terá resultados (ou não). Neste período, os resultados são mais instáveis, mas ainda que você obtenha resultados, busque sempre otimizar sua campanha, conjuntos e anúncios em busca de concluir com êxito a fase.

E você, já se viu nessa situação? Tem alguma experiência com a fase de aprendizado?

Deixe seu comentário abaixo.

Abraços e até mais!

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Otimização no Facebook Ads

A otimização no Facebook Ads tem foco principal em fazer com que você gaste seu orçamento de forma mais eficiente.

Ao contrário do que muitos pensam, otimização não é o mesmo que escala.

No Facebook Ads existem diversos tipos de otimizações. Neste artigo, vou listar as principais delas.

Vamos lá?

Otimização por veiculação

É possível você analisar os resultados das suas campanhas e ter acesso aos seus melhores compradores ou conversores (de acordo com seu objetivo de campanha).

Por exemplo, se você está com uma campanha de venda, você consegue saber os estados que mais compram, os posicionamentos, as faixas etárias, os gêneros, entre outros itens.

Para ter acesso a esse relatório, você precisa acessar sua campanha e clicar em “Detalhamento” e escolher o tipo de detalhamento que deseja analisar.

No exemplo acima, podemos ver que São Paula, Rio de Janeiro, Paraná são os 3 estados que mais trazem vendas.

Após fazer essa análise, você poderá ajustar seus conjuntos, configurando para os estados que mais possuem pessoas que mais compram de você, uma faixa etária que mais te traz vendas e até o gênero ideal de acordo com seu nicho.

Desta forma, você investirá sua verba em seu público ideal, deixando de investir em locais ou pessoas que não compram seu produto.

Otimização na CBO

Se você estiver usando CBO, você poderá ter que otimizar seus conjuntos.

A CBO é um recurso que permite você configurar o orçamento a nível de campanha e não a nível de conjunto (como é o caso da ABO).

Quando você inicia uma campanha com a CBO ativada, o Facebook irá distribuir o orçamento alocando mais recursos em conjuntos.

O que ocorre é que muitas das vezes o Facebook deixa de inserir mais orçamento em um conjunto que estava performando bem e passa a entregar mais verba para um novo conjunto que embora possa ter um público potencial, ainda não gera os resultados que você deseja.

Desta forma, uma boa dica para otimizar seus conjuntos é configurando limites mínimos nos conjuntos.

Desta forma, você consegue garantir que o Facebook gaste um mínimo do seu orçamento diário, garantindo assim a entrega da verba correta para cada conjunto.

Otimização por combinação de conjuntos

Outro tipo de otimização, retratei nesse post aqui. Você pode/deve combinar conjuntos com baixa performance caso eles não estejam performando bem e por consequência, não estejam saindo da fase de aprendizado.

Importante frisar que, combinar conjuntos é unir os públicos dos conjuntos ruins em um conjunto só.

O que eu faço é basicamente ver qual é o “melhor dos piores conjuntos” e preservo ele. Pego os públicos dos demais conjuntos ruins e insiro nesse conjunto preservado. E deixo rodar por mais 7 dias.

Otimizações externas

Embora o foco aqui seja Facebook Ads, você precisa enxergar todo seu negócio como uma célula só.

Existem otimizações fora do Facebook que são extremamente importantes e que muitas vezes afetam o desempenho dentro das suas campanhas no Facebook.

Entre as diversas otimiazações externas, posso destacar:

  • Melhorar a sua oferta
  • Melhores o responsivo do seu site
  • Melhorar a velocidade do seu site
  • Inserir provas sociais na sua página de venda
  • Inserir vídeos na sua página de venda
  • Entre outros.

Conclusão

Importante dizer que existem diversas formas de otimizar suas campanhas. Essas otimizações são constantes sempre respeitando as especificidades técnicas do Facebook Ads.

Evite ajustar campanhas dentro da fase de aprendizado, mas se precisar otimizar, faça.

Um abraço e até mais!

 

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Como Vender no Facebook, WhatsApp e Instagram

O Facebook Ads é uma das maiores plataforma de anúncios do mundo. Diariamente, milhares de anunciantes vendem seus produtos ou serviços.

Na maioria das estratégias, o foco é um só: Vender!

Existem alguns estágios a se respeitar antes que você tente vender seus produtos ou serviços usando Facebook Ads.

Respeitar esses estágios fará com que você ganhe mais performance para quando for a hora certa, tentar fechar uma venda.

Mas antes de falar sobre estágios, é importante você saber como o Facebook Ads pode te ajudar a gerar mais vendas.

É o que explico nesse artigo.

Vamos lá?

Venda direta

A venda direta é uma ação que muitos anunciantes fazem, entretanto, alguns aspectos podem influenciar no desempenho deste tipo de venda.

O ideal é seguir uma estratégia aplicada a um funil de vendas.

Mas ainda assim, se levada em consideração alguns aspectos, você pode conseguir vender produtos vendendo diretamente para sua audiência.

Vou explicar melhor.

Se você possui um produto ou serviço, poderá criar um anúncio no Facebook Ads com objetivo de conversão onde o foco é que o usuário clique no anúncio, vá para sua página de venda ou e-commerce e feche a compra.

Porém, há alguns aspectos que influenciam os resultados nessa ação.

Um desses aspectos é o momento da sua audiência.

Ninguém entra no Facebook para comprar alguma coisa. Você acessa o Facebook para se socializar, mas não comprar. O Facebook é uma plataforma conhecida por ser topo de funil (e se você não entendeu, leia esse artigo sobre funil de vendas) e geralmente quando você anuncia no Facebook com foco em venda ou tráfego direto, você vai atingir um público que chamamos de “público frio”.

A realidade é que essas pessoas na maioria das vezes não conhecem seu produto, sua marca, seu serviço, ou sequer conhece você numa primeira abordagem com essa estratégia de tráfego/venda direta.

Além de ainda não confiar na sua solução, não fica claro nesse momento se o que você tem para oferecer vai sanar a dor que esse usuário tem.

Mas como resolver isso? Criar uma estratégia com base em um funil de vendas.

Outro aspecto que influencia o desempenho de vendas diretas é o valor do seu produto ou serviço.

Quanto maior o valor, mais dificuldades você terá em vender seu produto ou serviço.

Pense: Um usuário até está disposto a pagar R$47,00 por um curso que não conhece e não sabe se é bom. Mas ele vai ter bastante resistência em pagar por um curso que ele não conhece e que custa R$997,00, por exemplo.

Além de ser mais difícil vender produtos com tickets maiores, os custos por aquisição tendem a ser maiores também.

Portanto, a venda direta funciona? Funciona, mas considere refletir sobre os pontos citados mais acima, ok?

Venda no WhatsApp

No Facebook Ads há um objetivo de campanha que permite você anunciar e levar o usuário diretamente para o seu WhatsApp ou para um grupo no WhatsApp.

Uma aluna minha, por exemplo, atua nessa estratégia. Ela vende Kits/Livros de Direito para concurseiros.

Mas como ela é uma representante dessa editora, ela precisa fechar a venda diretamente no WhatsApp.

Ela possui algumas agentes comerciais que recebem esses leads no WhatsApp e iniciam a negociação para vender os Kits.

Cada Kit custa mais de R$1.000,00, mas ainda que como dito acima é difícil vender diretamente, essa aluna consegue vender muito bem e ter um ROI extremamente atraente.

Os custos por aquisição (CPA) dela são ótimos o que gera um bom lucro mensalmente.

Mas alguns aspectos me fizeram crer que há exceções na hora de criar uma estratégia de venda direta.

Veja! Antes dela estudar meu curso, ela tinha dificuldades para vender nesse mesmo modelo, e foi por isso que ela comprou meu curso.

Ao ajudá-la, percebi que haviam erros técnicos nas suas estruturas de campanhas que faziam com que ela perdesse muito dinheiro ao anunciar no Facebook Ads, gerando um lucro muito baixo e às vezes, prejuízos.

Além disso, os criativos usados por ela eram muito limitados e com qualidade a desejar.

Feito todos os ajustes orientados por mim, ela conseguiu vender em uma semana o que antes ela levava um mês inteiro para conseguir.

Veja nas próprias palavras dela abaixo:

Em suma, com uma estratégia correta, configurando o público ideal e respeitando todos os critérios técnicos, vender pelo WhatsApp é sempre uma ótima alternativa.

Venda pelo Instagram

O Instagram é a rede social do momento. O queridinho dos anunciantes.

Há um objetivo no Facebook Ads que permite você criar anúncios e levar os usuários para o Direct do Instagram.

Dependendo da atuação do seu negócio, e claro, se sua presença for mais massiva no Instagram, esta é uma outra boa alternativa para vender seus produtos ou serviços, mas assim como no WhatsApp, você precisará atuar diretamente em contato com esses leads para fechar uma venda.

Venda em seu e-commerce

Se você tem um e-Commerce, o Facebook lhe trará muitos resultados.

Há um recurso, por exemplo, chamado de Catálogo de Produtos. Através desse recurso, você consegue puxar os produtos de sua loja virtual diretamente para o Facebook e veicular esses anúncios para os usuários.

A maioria das plataformas de e-commerce possuem um arquivo XML que carrega os produtos da loja. E uma vez configurado dentro do catálogo, os produtos são trazidos em tempo real para dentro do Facebook.

A vantagem de trabalhar dessa forma é que uma vez que um produto se esgote no seu e-commerce, ele também passa a ficar como esgotado no Facebook.

Se um produto entra em promoção, o valor também altera no Facebook. E se você altera qualquer coisa no produto em sua loja virtual, também muda no Facebook.

Você configura um horário especifico do dia para que o Facebook faça o update dessa integração para atualizar esses itens.

Isso faz com que os produtos sempre estejam atualizados no Facebook.

Mas essa não é a melhor parte. Este recurso, permite por exemplo, você exibir um anúncio de carrossel de produtos que o usuário acabou de ver em seu e-commerce.

Isso se chama Remarketing Dinâmico! Já percebeu que às vezes você acessa um e-commerce, entra na página de alguns produtos e a partir daí exatamente esses produtos passam a te perseguir.

Esse tipo de Remarketing é um dos que mais trazem resultados para quem tem e-commerce e gera muitas vendas.

Esse tipo de Remarketing também permite você criar anúncios chamados de cross-sell e up-sell.

O cross-sell permite você exibir um anúncio de carrossel de produtos similares aos que um usuário acabou de comprar. Sabe quando você compra uma calça em um e-commerce e logo em seguida passa a ser perseguido por anúncio de carrossel com calças, tênis, etc? Isso é cross-sell e também tem ótimo desempenho se configurados corretamente.

Já o up-sell é semelhante ao cross-sell, mas neste caso você apresenta aos compradores produtos de valores maiores, que podem ser uma evolução do produto comprado.

Como exibir anúncios de perfumes mais caros após um usuário comprar um perfume de ticket baixo em seu e-commerce.

Venda como Afiliado

Outra forma de vender através do Facebook Ads é como afiliado. Desta forma, você se afilia a um produto ou serviço de outro produtor e cria anúncios no Facebook levando o usuário para a página de venda do produtor.

A cada venda, você recebe uma comissão que é determinada pelo produtor. É importante antes de se afiliar a um produto, conferir a comissão que cada afiliado recebe em uma venda.

A vantagem de vender produtos como afiliados é que você pode começar a lucrar sem ter qualquer produto ou serviço e não ter qualquer tipo de gerência sobre o comprador após ele comprar o produto.

Basicamente o que você tem a fazer é anunciar o produto, vender e aguardar o dinheiro cair na sua conta.

Atualmente, existem diversas plataformas onde você pode se afiliar a produtos e serviços, nas quais destaco:

Estratégia para afiliados

Ao anunciar no Facebook um produto que não é seu, você precisa ficar de olho em uma métrica muito importante que é o CPA (Custo por Ação) ou (Custo por Resultados).

Se sua campanha é uma campanha de conversão, por exemplo, você precisa ficar de olho no seu CPV (Custo por Venda).

Digo isso, pois o valor base que você deve olhar em uma estratégia de afiliado não é o valor do produto, mas sim no valor da sua comissão.

E se atentar a isso faz com que você deixe de perder dinheiro anunciando. Vou explicar melhor.

Suponhamos que você se afilia a um produto (um curso, por exemplo) em que o valor dele R$100,00.  A comissão para o afiliado é determinado pelo produtor em 50% sobre o valor do curso.

Ou seja, a cada venda, você recebe em torno de R$50,00.

Ao anunciar no Facebook, você precisa ficar de olho no Custo por Venda. Se o custo por venda ficar na média de R$25,00, quer dizer que a cada venda você vai receber R$25,00 líquidos.

Vamos aos cálculos:

Valor do produto: R$100,00
Sua comissão: R$50,00
Custo por Venda: R$25,00

Ou seja, sua comissão menos o custo por venda = R$25,00

Essa observação é importante demais, pois se o custo por venda ficar em R$40,00, por exemplo, você estará lucrando apenas R$10,00 e é nesse momento que você deve refletir sobre ajustes, otimizações e melhorias nas suas campanhas para que você consiga baixar seu custo por venda.

Se o seu custo por venda ficar em R$55,00, então piorou! Você está perdendo R$5,00 a cada venda gerada. É literalmente você pagando para trabalhar para o produtor ao qual você é afiliado.

Atente-se.

Venda direta como afiliado

Levando em consideração o que falei no início do artigo sobre vender diretamente, se o produto a0 qual você é afiliado for com um ticket razoável como por exemplo R$97,00, vale a tentativa de criar campanhas para venda direta.

Mas sempre, sempre, SEMPRE fique muito atento ao Custo por Venda.

Alguns produtores oferecem materiais para que você consiga criar seu funil de vendas e dessa forma, você pode estruturar campanhas com foco em distribuição de conteúdo com prospecção e remarketing e essa estratégia tende a dar mais resultados.

Resumo

Existem ainda algumas outras estratégias e formas de vender no Facebook, mas essas são as mais praticadas atualmente.

E você? Já vende no Facebook? Com qual estrutura você trabalha?

Deixe seu comentário abaixo.

Até a próxima!

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O que é Lead e qual sua importância?

O Lead é um usuário que demonstrou interesse em seu negócio, produto ou serviço, mas ainda não é seu cliente, ou seja, é uma oportunidade de negócio, mas que forneceu algum dado para você como e-mail, telefone, etc.

O Lead é extremamente importante para seus negócios. Talvez você é, foi ou será um lead de algum negócio.

Sabe quando você é impactado por um anúncio onde você pode baixar um eBook, assistir uma aula gratuita, participar de um workshop ou baixar qualquer outros materiais? Essa estratégia visa coletar algum dado seu, como e-mail ou telefone, por exemplo.

E a partir do momento que você fornece um desses dados, você se torna um lead do negócio em questão.

A partir daí, você certamente receberá sequências de e-mails com conteúdos e materiais que visam fazer com que você percorra a jornada.

No fim dessa jornada, o objetivo é um só: Fazer com que você compre um produto ou serviço.

Estratégia de atuação

Existem diversas estratégias onde você pode trabalhar com captação de leads, onde podemos destacar:

Funil de Vendas

É uma das estratégias mais utlilizadas. Em um funil, seu foco é fazer com que o lead entre após ele se interessar por baixar um material como eBook ou participar de um Workshop.

O objetivo, como disse mais acima, é fazer com que você percorra todo esse funil e compre ao final dele.

Criação de Listas

Pode estar ligado ao item acima (Funil de Vendas), mas também pode estar ligado a um objetivo apenas de gerar uma lista de leads com foco em nutrir essa lista com conteúdos de qualidade a médio ou longo prazo, que vão desde posts no blog, whitepaper, vídeos no youtube, aulas gratuitas, lives, etc.

Em algum momento, essa lista poderá ser impactada com uma newsletter convidando para um Workshop, por exemplo.

Venda por Canais

Também existem estratégias que visam levar o lead para um canal de venda direta, como o WhatsApp, por exemplo.

Quando você cria um anúncio levando o usuário para o WhatsApp, Telegram, entre outros mensageiros, você tem a possibilidade de fazer com que vendedores negociem diretamente com esses Leads com foco em vender um produto ou serviço.

Isso é muito comum em estratégias onde a venda não ocorre online, mas sim precisa ser fechada na base de negociação entre vendedor e Lead.

Em negócios como Concessionárias ou Imobiliárias, é uma estratégia super interessante.

Orçamentos

A captação de Leads pode também estar dentro de uma estratégia de orçamentos. Se você for uma agência ou gestor de tráfego, por exemplo, poderá captar leads através de um formulário de orçamento.

Esta ação, embora seja mais direta, já que você coloca o lead basicamente dentro de um ponto a frente da jornada, tende a dar muitos resultados se for feito da forma correta.

Capriche no orçamento e se possível marque uma reunião virtual com seu Lead a fim de entender melhor suas necessidade e oferecer a solução ideal.

Opções de captura

Existem alguns canais que você pode levar os seus leads, nos quais podemos destacar:

WhatsApp

Você pode levar os leads direto para o WhatsApp, seja através do Facebook Ads, Google Ads ou CalltoActions em outros locais como Bio do Instagram, Fanpage, Site ou Blog.

Telegram

O Telegram é bem semelhante ao WhatsApp, mas com mais recursos interessantes, como o limite máximo de 200 mil usuários em grupos (enquanto no WhatsApp, o limite para Grupos é 256 usuários).

Messenger

O Messenger é uma ferramenta de mensagens do Facebook. É possível levar Leads para o messenger, principalmente se você integrar com um Bot de Automação como Chatfuel ou Manychat.

Instagram

Você pode levar o Lead para o Instagram, seja para que ele passe a seguir você ou até mesmo levando para o Direct (em caso de campanhas com objetivos de mensagens no Facebook Ads).

Lista Interna

As listas internas, como citadas mais acima, permite que você possa se comunicar com esses Leads, distribuindo conteúdo de valor e qualidade fazendo com que esses usuários entrem no seu funil e percorram toda a jornada.

Observação 1: No caso de captar Leads usando campanha de mensagens no Facebook Ads, procure utilizar o WhatsApp ao invés de Instagram ou Messenger.

Isso porque o WhatsApp ainda continua sendo o principal mensageiro no planeta e onde as pessoas estão mais disponíveis para se comunicar com você.

Observação 2: Caso você queira usar um formulário para captar leads, opte pelo objetivo de Campanha “Conversão” no Facebook Ads. Além de você poder usar o poder do pixel para otimizar sua campanha, você terá oportunidade de captar leads mais qualificados com essa estratégia.

Ferramentas de Automação de Marketing

Se seu objetivo for captar leads para nutrir uma base ou lista, saiba que existem algumas ferramentas de automação que facilitarão este trabalho, nas quais posso destacar:

Conclusão

Captar leads é extremamente importante em uma estratégia de mídia paga, seja com Facebook Ads ou qualquer outra.

Desenvolver estratégias diferentes, funis diversos e testar bastante são essenciais para o sucesso em suas campanhas de captação de leads.

E você, já faz captação de leads? Qual plataforma usa para gerenciar os leads captados?

Deixe seu comentário abaixo.

Abraços!

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Live Facebook Ads – Dúvidas de alunos #1

Hello, queridos alunos e alunas.

Neste primeiro vídeo da série de dúvidas de alunos, elucido alguns pontos levantados sobre Facebook Ads.

Links informados no vídeo:

Dúvida 1 – Rodrigo

“Gostaria de saber se é válido ativar a expansão do direcionamento detalhado”

Dúvida 2 – João Oliveira

“Após eu publicar meu anúncio, com quanto tempo devo olhar o detalhamento e começar fazer as otimizações necessárias ? ”

Dúvida 3 – Rafael Funcia

“Basta eu esperar 50 conversões ou devo aguardar também 7 dias? E Para eu veicular anúncio pago de um produto meu ou de outro produtor, é necessário ter um blog sobre o assunto do anúncio?”

Dúvida 4 – Roberto

“Como encontrar cliente para meu negocio de modas”

Dúvida 5 – Júlio Cesar

“Como gerar leads com baixo orçamento”

Dúvida 6 – Luisa Nobre

“Tenho uma agência de publicidade, e tenho dificuldade na hora de criar contas de anúncios para cada cliente. Alguns não consigo acessar mesmo já sendo administradora da página no Facebook, rola sempre uma confusão nessa hora e também na hora do pagamento. É aconselhado fazer por boleto? Ou o melhor seria adicionar os dados do cartão do meu cliente?”

Dúvida 7 – Abnair

“Grande Felipe sou um grande admirador seu, principalmente da forma como você passa os conteúdos. Dúvidas: Qual Objetivo usar. Por exemplo: Quero fazer uma campanha para trazer Leads para o Instagram, seria Tráfego ou Conversão? Outro exemplo: Quero trazer todos para o whatsapp, como seria? Ou tipo, vou fazer uma serie de Lives e no final quero vender um produto, como seria isso no Facebook Ads?”

Dúvida 8 – Júlio

“Quais estratégias utilizar para otimizar e escalar campanhas? Abs.”

Dúvida 9 – Diego Bittencourt

“Qual melhor forma de anunciar e obter resultado positivo no remarketing? Obrigado!”

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Estrutura de Negócios, Contas de anúncios e Pixels

Opa, tudo bem?

Uma das dúvidas mais recorrentes dos meus alunos é a respeito da organização dos Negócios, Contas de Anúncios e Pixels dentro da sua BM (Business Manager).

A BM é a área de negócios do Facebook Ads. É o local onde você terá suas contas de anúncios, públicos, pixels, formas de pagamento, etc.

Ele engloba tudo em um lugar só, permitindo assim maior organização da sua estrutura.

Manter sua estrutura de negócios organizada vai te ajudar muito no dia a dia trabalhando com Facebook Ads e em alguns casos inclusive, vai te ajudar a evitar erros que podem prejudicar seus resultados.

Vamos lá?

Organizando Negócios

A melhor forma de explicar todo este processo de organização é através de exemplos hipotéticos, pois acredito que desta forma a compreensão seja bem melhor.

Os negócios devem ser usados com certa prudência e eu explico os motivos.

Lembremos que a estrutura funciona assim, na ordem abaixo:

  • Perfil Pessoal
  • Negócio (Criado na business.facebook.com)
  • Contas de anúncios
  • Campanhas
  • Conjuntos
  • Anúncios

Você não tem um número grande de negócios disponível para criar. Inicialmente, o Facebook te libera 2 negócios e com o passo do tempo e uso desses negócios, ele libera mais, como meu exemplo na imagem no início do post.

Por você não ter tantos negócios disponíveis, o ideal é que você concentre sua estrutura em um negócio só e deixe o segundo negócio como backup para ser usado caso tenha bloqueio no primeiro negócio.

Como no negócio você concentra diversos recursos do Facebook como Contas de Anúncios, Catálogos, Pixels, etc, use apenas caso seja de extrema necessidade.

Eu vou dar o meu próprio exemplo para fortificar este entendimento. Eu possuo uma empresa chamada Rocket Digital.

Nesse negócio eu possuo 2 produtos, que é o Rocketwp (meu curso de Criação de Sites) e o RocketAds (que é meu curso de Facebook Ads).

Muitos usuários acreditam que o ideal seria eu criar um negócio para o Rocketwp e outro negócio para o RocketAds, mas isso não é necessário e nem indicado.

Eu possuo um negócio só para esses produtos. O negócio chama-se “Rocket Cursos Online” e dentro dele eu faço a organizacão que acho perfeita.

Como dentro do negócio é possível integrar pixels e públicos a contas de anúncios, eu faço minha organização usando as contas de anúncios.

O Facebook Ads libera apenas uma conta de anúncios e ao pagar um anúncio nessa conta, ele libera mais 4 contas. Se você repetir o processo nessas 4 contas, ou seja, pagar ao Facebook um anúncio em cada uma delas, ele libera mais contas.

Como a criação de contas de anúncios é, em tese, mais fácil e temos mais opções, o ideal é usar as contas de anúncios para organizar seus produtos, infoprodutos ou serviços.

Desta forma, eu possuo 6 contas de anúncios criadas, onde a primeira delas é a que chamo de “Cabeça de polvo”, onde tenho públicos e pixels e compartilho eles com as demais contas.

E a partir daí, tenho uma conta de anúncios para o RocketAds e uma conta de anúncios para o Rocketwp.

Para cada uma dessas contas eu tenho compartilhado pixels e públicos que estão na conta “Conta 1 – CPV”.

Ah, e claro, nessa conta eu não veiculo anúncios para protegê-la de blocks.

Mas isso não é uma regra, ok? Você pode ter por exemplo 5, 10, 15, enfim, pode ter vários produtos sendo veiculados em uma única conta de anúncios caso queira. Mas como você conseguiria organizar isso? Usando campanhas.

Você pode ter uma campanha para cada produto, caso queira organizar assim, mas não indico se der pra organizar cada produto em uma conta de anúncios (com exceção de e-commerce e explico a seguir).

E-commerce?

No caso de um e-commerce, não precisa criar uma conta de anúncios para cada produto ou categoria e nem é recomendado.

O ideal neste caso é concentrar os anúncios dos seus produtos em uma conta de anúncios só e dentro dessa conta de anúncios, montar sua estrutura de anúncios da forma que lhe convém.

Estrutura para afiliados

A estrutura de afiliados não foge muito à regra. Suponhamos que você tenha 2 produtos e seja afiliado de mais 3 produtos, totalizando 5 produtos.

Você pode usar uma conta de anúncios para cada produto (é minha estrutura preferida) ou distribuir esses produtos em 3 contas de anúncios, onde:

  1. Seu produto A em uma conta de anúncios
  2. Seu produto B em outra conta de anúncios
  3. Seus outros 3 produtos como afiliado na terceira conta de anúncios

Mas também poderia fazer assim:

  1. Seu produto A em uma conta de anúncios
  2. Seu produto B em outra conta de anúncios
  3. Seu produto de afiliado 1 em uma conta de anúncios
  4. Seu produto de afiliado 2 em outra conta de anúncios
  5. Seu produto de afiliado 3 em outra conta de anúncios

Viu só que isso é mais uma questão de organização com infinitas possibilidades?

Mas e o pixel?

Ah, com o pixel o buraco é mais embaixo e requer uma atenção especial, pois uma ação feita da forma errada pode por tudo a perder.

Dúvidas sobre Pixel? Leia este artigo aqui.

Todas as vezes que você pensar em pixel, você vai relacionar isso a públicos e comportamentos.

Pixel, públicos e comportamentos. Essas 3 palavras devem andar juntas para uma plena compressão.

E compreendendo isso, fica fácil entender quando você deve criar um ou mais pixels.

Vamos supor que você tenha 2 produtos muito semelhantes, ou seja, o público deles é bem semelhante.

Exemplo: 1 Curso e Emagrecimento e um eBook de Emagrecimento.

Desta forma, você pode ter apenas 1 pixel para esses dois produtos.

Não é necessário criar um pixel para cada. E aliás, eu nem recomendo, pois dessa forma você pulverizaria o aprendizado do pixel e em alguns casos, pulverizaria o orçamento total já que você só pode configurar um pixel por conjunto, né?

Porém, suponhamos agora que você tem 2 produtos muito diferentes, ou seja, públicos extremamente diferentes. 1 curso de Marketing Digital e 1 curso de Exercícios para mamães no pós parto.

Embora possa haver interseção, ou seja, ter mamães no pós parto que se interessem por Marketing Digital, são pontos de interesses muito difusos de acordo com a segmentação desejada e desta forma, o ideal é ter um pixel para cada produto.

Mas neste caso, ao usar 2 produtos no mesmo pixel, eles não vão compartilhar os mesmos eventos?

Depende! Os eventos padrões, sim, mas isso não é um problema.

Ainda que o evento “Purchase (compra)” receba status de ambos os produtos, como são públicos iguais não tem qualquer problema no quesito otimização.

Mas entenda que, em cada listagem de resultados, você poderá ver os resultados dos eventos separadamente na listagem de campanhas, conjuntos ou anúncios.

Além disso, será possível criar eventos individuais por produtos através das conversões personalizadas e desta forma poderá criar seus eventos de otimizações individuais por produto, caso queira.

Mas Felipe, e como organizar os pixels para e-commerce?

Neste caso, não é necessário criar um pixel para cada produto.

Pode (e deve) usar o mesmo pixel, pois são tantas categorias e produtos que pulverizar isso em muitos pixels iria fazer com que o orçamento também fosse muito pulverizado e certamente isso afetaria seus resultados em caso de orçamentos conservadores.

E ao anunciar para terceiros?

Se você presta serviços de anúncios para terceiros, eu sugiro você educar seu cliente a criar um negócio e te adicionar ao negócio criado. Crie uma vídeo aula ou tutorial ensinando ou tente instruí-lo a criar a BM e fazer as configurações iniciais e posteriormente te inserir como administrador de toda a BM.

Eu sempre me baseio pelo seguinte entendimento: Se é o seu cliente que vai pagar o Ads pelo cartão dele, use a BM dele e não a sua.

Também não use sua BM pedindo o cartão dele para configurar na sua conta.

Isso vai te ajudar bastante em caso de rompimento do contrato do serviço ou ao fim do contrato, pois o que você não vai querer é ex-cliente enfurecido dependendo de você para determinadas coisas no pós contrato ou ao finalizar o serviço.

Ok, Felipe. Mas ele vai ficar com os públicos criados, com os anúncios criados, pixel configurado entre outras inteligências feitas por mim? Sim! É o mais correto a se fazer e acredite, por mais que ele estude um pouco, o Facebook muda muito. Toda essa estrutura, toda essa inteligência e toda estratégia criada vai se tornar obsoleta e/ou ele precisará otimizar ou escalar o negócio que só seria possível com seu conhecimento.

Portanto, relaxe e deixe tudo para ele.

Agora, se realmente for interessante pra ti não deixar qualquer configuração na conta dele em caso de rompimento, deixe isso bem claro no contrato de prestação de serviços, ok?

E quando eu deveria usar minha estrutura para criar anúncios do meu cliente?

Sinceramente? Nunca! Não recomendo mesmo, pois em caso de rompimentos, isso lhe trará muito trabalho e talvez até muita dor de cabeça.

Conclusão

A organização correta vai te ajudar e muito a ter mais performance de trabalho, mas não terá tanta relação no que diz respeito a resultados (com exceção da estrutura de campanhas, conjuntos e anúncios, que é outro assunto que falarei outro dia) Não confunda estrutura de negócios com estrutura de campanhas.

Tecnicamente, não vai interferir, com exceção do pixel, que se mal configurado sem levar em consideração os pontos levantados aqui, poderá lhe trazer problemas com performance.

Um abraço e até a próxima.